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Alta pode abrir caminho para Bitcoin atingir US$ 100 mil em 2023, diz analista

Por Luciano Rodrigues
Foto: Pixabay

Ryan Selkis, CEO da empresa de inteligência em criptomoedas Messari, prevê que o preço do Bitcoin poderá atingir US$ 100.000 nos próximos doze meses devido a eventos negativos no mundo financeiro, incluindo quebras de bancos.

Selkis vê o Bitcoin como ‘um bote salva-vidas e uma opção de saída pacífica’ em meio à calamidade financeira.

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Em um recente tweet, Selkis compartilhou sua visão sobre a condição futura do mundo financeiro e como esses possíveis fatores podem afetar o Bitcoin.

Ele acredita que a atual crise bancária está longe de terminar e prevê colapsos adicionais nas próximas semanas. Bancos como Silvergate Capital, Silicon Valley Bank e Signature Bank já foram fechados pelos reguladores.

O SVB, uma das 20 maiores instituições financeiras dos EUA antes de seu colapso, entrou com pedido de proteção contra falência do Capítulo 11 em 17 de março.

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Selkis também prevê que o Federal Reserve interromperá o aumento das taxas de juros e se concentrará em outras ferramentas monetárias, como o Quantitative Easing (QE), para combater a inflação.

Bitcoin

O QE é uma política que os bancos centrais podem aplicar para reduzir as taxas de inflação, comprando títulos do governo e outros instrumentos financeiros para melhorar a atividade econômica estagnada. O

método é normalmente usado quando as taxas de juros estão próximas de zero, e não quando atingem níveis recordes como os 4,75% nos EUA.

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O CEO da Messari acredita que todos esses eventos podem impulsionar um aumento no preço do Bitcoin, elevando-o para US$ 100.000 ainda este ano.

Segundo ele, atingir esse marco pode se tornar realidade quando as instituições ingressarem no ecossistema do BTC e puderem permanecer lá: ‘Mas a chave é enfiar a agulha para que as instituições possam comprá-la e defendê-la conosco’, disse.

Alguns participantes do mercado cripto acreditam que o principal ativo digital já iniciou uma corrida de touros desde que sua avaliação aumentou significativamente durante esta semana.

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O Bitcoin surgiu em meio a outra grave crise monetária, a de 2008, e pretende ser uma alternativa às falhas das entidades financeiras centralizadas.

A natureza descentralizada do Bitcoin evita problemas como corridas aos bancos ou outros eventos adversos, especialmente se o usuário for dono de sua chave privada.

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Jornalista, assessor de comunicação e escritor. Escreve também sobre cinema, séries, quadrinhos, já publicou dois livros independentes e tem buscado aprender mais sobre criptomoedas, o suficiente para poder compartilhar o conhecimento.
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