Após novas máximas, Tom Lee prevê correção de 20% no mercado de ações

Após novas máximas, Tom Lee prevê correção de 20% no mercado de ações
  • Tom Lee prevê alta antes de forte correção
  • S&P 500 pode atingir novas máximas
  • Correção de 20% preocupa investidores globais

Após renovar máximas históricas, o mercado americano ganhou novo fôlego. Ainda assim, Tom Lee prevê correção de 20% no mercado de ações até o fim do ano.

O estrategista da Fundstrat Global Advisors acredita que o rali não terminou. Pelo contrário, ele vê espaço para mais altas no curto prazo.

Em entrevista à CNBC, Lee afirmou que o mercado pode subir nas próximas semanas. Segundo ele, o movimento atual ainda favorece os compradores.

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Hoje, o S&P 500 opera perto de 6.672 pontos. Enquanto isso, o petróleo WTI está sendo negociado em US$ 93,80 por barril. Lee sustenta que o índice pode avançar até a região de 7.300 pontos. Para ele, março tende a fechar no campo positivo.

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No entanto, ele faz um alerta claro. O estrategista acredita que o mercado pode entrar em território de baixa mais adiante.

Mercado pode ignorar boas notícias

Lee argumenta que o sinal de alerta surgirá quando as bolsas deixarem de reagir a notícias positivas. Segundo ele, esse comportamento costuma anteceder quedas mais profundas.

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Ele observa que parte da especulação já foi eliminada. Setores como software, as gigantes de tecnologia e até criptomoedas passaram por ajustes relevantes.

Na visão do analista, isso limpou excessos. Portanto, o mercado ainda pode sustentar um movimento adicional de alta.

Ainda assim, ele reforça que os pessimistas podem ganhar força no fim do ano. Nesse cenário, a correção de 20% no mercado de ações se tornaria plausível.

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Lee não fala em colapso imediato. Em vez disso, ele descreve uma transição gradual para um ambiente mais desafiador.

Petróleo alto pode fortalecer os EUA

Além das projeções para o índice, Lee chama atenção para o petróleo. Para ele, os preços elevados não representam, necessariamente, uma ameaça imediata.

Ele destaca que os Estados Unidos atuam como exportadores de energia. Assim, a economia americana pode se beneficiar de valores mais altos do barril.

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Ao mesmo tempo, diversos países dependem de importações. Isso cria uma vantagem relativa para os EUA em termos de crescimento.

Lee argumenta que, quando o crescimento global enfraquece, investidores buscam empresas com maior potencial de expansão. Nesse contexto, o mercado americano ganha destaque.

Segundo ele, o S&P 500 concentra empresas de crescimento, o que atrai fluxos internacionais. Portanto, parte do capital pode migrar de outros mercados para os Estados Unidos.

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Para o estrategista, trata-se de um movimento de rotação. O dinheiro sai de regiões mais frágeis e retorna ao mercado americano.

Ainda assim, ele mantém a cautela. Depois de novas máximas, o risco de ajuste aumenta.

Por isso, Lee combina otimismo no curto prazo com prudência no horizonte anual. Primeiro, o mercado pode renovar recordes.

Depois, segundo ele, pode enfrentar uma queda expressiva ao longo do ano, consolidando o cenário de correção projetado.

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Entusiasta de criptomoedas e tecnologia, comecei minha jornada com consoles no Nintendo 64. Sempre explorando novos gadgets e tecnologias inovadoras. Nos momentos livres, meu maior hobby é jogar futebol.
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