Bitcoin dispara acima de US$ 74 mil enquanto ETFs sofrem saídas de US$ 291 milhões

Bitcoin dispara acima de US$ 74 mil enquanto ETFs sofrem saídas de US$ 291 milhões
  • Bitcoin sobe forte, mas ETFs indicam cautela
  • Saídas bilionárias contrastam com alta do mercado
  • Tendência depende de novo capital nos derivativos

O Bitcoin disparou acima de US$ 74 mil nesta segunda-feira, e voltou a chamar a atenção do mercado global. Ainda assim, o movimento de alta ocorreu em paralelo a um sinal oposto vindo dos institucionais.

Fonte: Coinmarketcap

Os ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos registraram saídas de US$ 291 milhões, interrompendo uma sequência recente de entradas.

Esse contraste direto entre preço e fluxo levanta dúvidas sobre a sustentabilidade da alta no curto prazo. O BTC avançou cerca de 5% no dia e chegou perto de US$ 75 mil, maior nível em quatro semanas.

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Mesmo assim, os investidores institucionais reduziram exposição em alguns dos principais fundos listados.

Os ETFs mostram cautela mesmo com alta do Bitcoin

Os dados mostram que o maior volume de saídas veio do Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC). O fundo sozinho respondeu por US$ 229 milhões em resgates, liderando o movimento negativo entre os ETFs.

Esse foi o maior dia de saídas desde 27 de março, segundo dados da SoSoValue. Além disso, o fluxo negativo não ocorreu de forma uniforme entre todos os fundos.

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Enquanto alguns registraram perdas relevantes, outros continuaram atraindo capital. A BlackRock, por exemplo, registrou cerca de US$ 35 milhões em entradas, ampliando sua sequência positiva.

Com isso, a gestora acumula aproximadamente US$ 482 milhões em aportes recentes. Ao mesmo tempo, o Morgan Stanley Bitcoin Trust (MSBT) também manteve fluxo positivo desde o lançamento.

O fundo já soma cerca de US$ 68 milhões em entradas, indicando interesse seletivo dos investidores. Mesmo assim, o saldo geral dos ETFs voltou a ficar negativo no ano.

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As saídas acumuladas já atingem aproximadamente US$ 160 milhões em 2026. Esse cenário reforça a leitura de que o mercado institucional ainda adota uma postura cautelosa.

Divergência entre preço e fluxo preocupa analistas

A alta do Bitcoin, mesmo com saídas nos ETFs, sugere um movimento liderado por outros fatores. Entre eles, analistas apontam compra no mercado à vista e fechamento de posições vendidas.

Além disso, o fluxo institucional mais fraco pode indicar realização de lucros após a recente recuperação. O índice de medo e ganância também reforça esse comportamento defensivo.

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O indicador subiu para 21 pontos, mas ainda permanece em zona de medo extremo. Isso mostra que, apesar da alta, o sentimento geral ainda não virou positivo.

Segundo a CryptoQuant, a continuidade da tendência depende de um fator essencial. O mercado precisa de entrada de capital novo nos derivativos, especialmente com aumento do interesse em aberto.

Sem isso, a alta pode perder força rapidamente. Alguns analistas, inclusive, não descartam uma correção mais profunda antes de um movimento sustentado.

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Há projeções que indicam possível retorno do BTC para níveis próximos de US$ 50 mil. Por outro lado, os ETFs de Ethereum seguem trajetória oposta.

Os fundos registraram entradas de US$ 9,4 milhões, acumulando cerca de US$ 160 milhões em três dias. Esse fluxo positivo sugere uma rotação parcial de capital dentro do mercado cripto.

No curto prazo, o Bitcoin permanece em uma zona decisiva. Se sustentar acima de US$ 73 mil, pode testar novas máximas rapidamente.

Caso contrário, a divergência atual pode antecipar um período de maior volatilidade.

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Entusiasta de criptomoedas e tecnologia, comecei minha jornada com consoles no Nintendo 64. Sempre explorando novos gadgets e tecnologias inovadoras. Nos momentos livres, meu maior hobby é jogar futebol.
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