Especialista revela quando o Bitcoin pode atingir US$ 100 mil

Especialista revela quando o Bitcoin pode atingir US$ 100 mil
  • Bitcoin pode cair antes de atingir US$ 100 mil
  • Níveis de US$ 38 mil entram no radar
  • ETFs sustentam demanda institucional no curto prazo

O mercado de criptomoedas voltou ao radar dos investidores após novos sinais técnicos e macroeconômicos indicarem um possível movimento decisivo no preço do Bitcoin. Ainda assim, analistas defendem cautela no curto prazo.

De acordo com um especialista em negociação da TradingShot, o Bitcoin (BTC) pode atingir a marca de US$ 100.000, mas apenas após uma queda relevante nos preços. A projeção ganhou força após análise publicada no TradingView em 10 de abril.

Atualmente, o ativo enfrenta uma fase de consolidação. Embora tenha apresentado recuperação recente, o movimento ainda não rompeu resistências importantes. Por isso, o cenário segue indefinido no curto prazo.

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No momento, o Bitcoin é negociado em US$ 72.720. Já no acumulado semanal, o ativo registra valorização superior a 8%.

Fonte: Coinmarketcap

Apesar disso, o comportamento do preço ainda sugere fragilidade. O ativo permanece abaixo de níveis técnicos relevantes, o que reforça a leitura de tendência lateral com viés de baixa.

Correção pode levar Bitcoin a níveis de US$ 38 mil

Segundo o analista, o Bitcoin atravessa um ciclo de baixa que já dura cerca de seis meses. Esse movimento pode se estender por mais seis meses, formando um período prolongado de correção.

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Com base no modelo de Canal de Fibonacci e em padrões observados em 2018 e 2022, o especialista projeta uma possível queda total de até 70% desde o topo do ciclo.

Nesse cenário, o ativo pode buscar uma mínima intermediária próxima de US$ 47.000, alinhada à média móvel de 350 semanas. Esse nível já atuou como suporte em ciclos anteriores.

Além disso, uma queda mais acentuada poderia levar o Bitcoin até US$ 38.000, região próxima da média móvel de 500 semanas. Historicamente, esse ponto marca fundos relevantes de mercado.

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Enquanto isso, no curto prazo, o ativo enfrenta resistência na faixa entre US$ 73.000 e US$ 73.100. Um rompimento consistente poderia abrir espaço para avanços até US$ 76.000.

Por outro lado, o suporte imediato está localizado entre US$ 70.000 e US$ 71.000, nível que tem segurado o preço nas últimas sessões.

ETFs e cenário global sustentam recuperação recente

Mesmo com a pressão técnica, o Bitcoin mostrou resiliência nos últimos dias. O ativo se recuperou das mínimas próximas de US$ 68.000, registradas no início de abril.

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No dia 10 de abril, o BTC chegou a atingir uma máxima intradiária de aproximadamente US$ 73.440, antes de recuar levemente e estabilizar próximo dos US$ 72.000.

Parte desse movimento se explica pelo aumento da demanda institucional. Os ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos registraram entradas líquidas relevantes.

Em uma única sessão, os aportes chegaram a quase US$ 471 milhões, o maior volume diário desde fevereiro. Esse fluxo reforça o interesse de grandes investidores.

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Entre os destaques, o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, e os produtos da Fidelity lideraram as captações. Isso indica apetite institucional mesmo em períodos de incerteza.

Além disso, fatores macroeconômicos também influenciaram o mercado. Um possível anúncio de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã aumentou o apetite por risco.

Esse movimento ajudou o Bitcoin a se recuperar de níveis abaixo de US$ 69.000, contribuindo para a recente valorização.

No entanto, o analista reforça que o cenário de alta estrutural ainda depende de uma correção mais profunda. Após esse ajuste, o ativo pode retomar a trajetória ascendente.

Dessa forma, a expectativa é que o Bitcoin alcance os US$ 100.000 entre o final de 2026 e o início de 2027, caso os padrões históricos se confirmem, reforçando o interesse nas criptomoedas promissoras.

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Entusiasta de criptomoedas e tecnologia, comecei minha jornada com consoles no Nintendo 64. Sempre explorando novos gadgets e tecnologias inovadoras. Nos momentos livres, meu maior hobby é jogar futebol.
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