- Strive adicionou 789 BTC por US$ 61,4 milhões, com preço médio de US$ 77.890.
- Empresa agora soma 14.557 BTC e entrou entre as nove maiores tesourarias corporativas.
- Estratégia inclui ações preferenciais com yield de 12,75% para acelerar novas compras.
A Strive comprou mais 789 BTC e elevou suas reservas para 14.557 moedas, avaliadas em cerca de US$ 1,3 bilhão.
Com isso, a empresa assumiu a nona maior tesouraria corporativa de Bitcoin do mundo e reforçou a corrida institucional pelo ativo.
Strive acelera estratégia e amplia exposição em Bitcoin
A nova compra custou US$ 61,43 milhões, o preço médio pago foi de US$ 77.890 por unidade, segundo o CEO Matt Cole, a estratégia segue focada em expandir participação em Bitcoin por meio de mercado de capitais.
Além disso, a empresa vem adotando um modelo semelhante ao da Strategy, de Michael Saylor, usando instrumentos financeiros para sustentar acumulação.
O destaque é o SATA, ação preferencial da companhia, o papel busca manter faixa de negociação entre US$ 99 e US$ 100. Ao mesmo tempo, oferece dividendo mensal variável.
Recentemente, a Strive elevou esse rendimento para 12,75%, portanto, aumentou o apelo para investidores que buscam retorno enquanto financiam compras de BTC.
A empresa também já captou cerca de US$ 385 milhões em ofertas ligadas ao produto. Parte dessa estrutura financiou aquisições anteriores, incluindo 5.886 BTC via PIPE e outros 5.048 BTC ligados à compra da Semler Scientific.
Como afirmou Matt Cole:
“Continuamos adquirindo bitcoin.”
A frase reforça que a estratégia segue em expansão.
Corrida das tesourarias em Bitcoin ganha nova força
O avanço da Strive reforça uma tendência maior, cada vez mais empresas usam Bitcoin como ativo de reserva, e não apenas exposição especulativa.
Além disso, a companhia quer lançar, com a Tuttle Capital Management, um ETF ligado ao SATA e ao STRC da Strategy. Se avançar, o produto pode ampliar a demanda institucional.
Esse movimento também pressiona outras empresas listadas. Afinal, companhias com grandes reservas em BTC tendem a ser vistas como proxies do próprio Bitcoin.
Entretanto, o modelo traz riscos, estruturas alavancadas dependem de mercado favorável e disciplina financeira.
Ainda assim, a expansão da Strive mostra que a competição por bitcoins corporativos segue aquecida.
No fim, a mensagem é clara: a corrida por escassez continua, e empresas querem garantir posição antes que o próximo ciclo acelere ainda mais.
