Cinco meses se passaram e o Bitcoin se mostrou resiliente, mais uma vez.
Após a China banir a mineração de criptoativos em maio e restringir drasticamente seu uso no mês passado, mais um grupo de mineração anunciou que deixará o país.
E quem perde é o cidadão
O BTC.com, um dos mais recentes grandes grupos de mineração de criptomoedas anunciou que encerrará as suas operações na China.
A forte regulamentação contra a mineração de criptomoedas e a sua utilização levaram o grupo a tomar a decisão.
A partir desta sexta-feira (15) a empresa deixou de registrar novos usuários na China.
E informou que aos poucos cancelará as contas dos usuários chineses.
A BTC.com era uma das empresas mineradoras da Bitmain.
Recentemente a outra empresa da Bitmain, a Antpool, também anunciou que deixará a China.
Com as proibições chinesas a Europa assumiu o posto de maior polo cripto do mundo.
O Estados Unidos se tornou o maior minerador de criptomoedas do planeta.
O mercado de finanças descentralizadas teve aumento recorde com a debandada dos chineses das exchanges de cripto da China.
Empresas de criptografia deixaram de fornecer serviços no país ou debandaram de lá.
E depois de praticamente 5 meses do início das proibições mais acirradas, o Bitcoin busca renovar o seu topo histórico.
Enfim, uma das maiores potências econômicas do mundo agora é praticamente irrelevante para as criptomoedas.
A autocracia e autoritarismo do governo pesam, e quem paga a conta é o cidadão chinês.
