A maior criptomoeda do mundo, o Bitcoin (BTC), estabeleceu seu novo topo histórico.
No momento desta redação são US$ 66.334 dólares.
6 meses depois
No dia 14 de abril deste ano o Bitcoin estabeleceu o seu topo histórico na casa dos US$ 64.900 dólares.
Logo após isso o mercado cripto passou por uma recessão devido às ameaças regulatórias dos Estados Unidos, e ao FUD do CEO da Tesla, Elon Musk.
Na ocasião, a empresa Tesla deixou de aceitar o Bitcoin como moeda de pagamentos devido à fala da problemática energética e ambiental da mineração de criptoativos.
Após uma correção de aproximados -27% a criptomoeda voltou a se recuperar quase voltando à casa dos US$ 60.000 dólares.
Daí foi a vez da China banir a mineração de criptoativos do país.
À época a China representava mais de 60% de toda a mineração de criptoativos do mundo, e veio o maior tombo.
Com uma queda de aproximados -50% o Bitcoin trouxe consigo o mercado inteiro, e assim veio o fim da altseason.
O motivo da queda foi o despejo de Bitcoins por parte dos mineradores chineses que sofreram com o baque da proibição.
E com ele veio o “panic sell” causado pela FOMO.
Lateralização
Depois da queda houve uma longa lateralização do preço do Bitcoin.
Após aproximados 80 dias entre as faixa de preço dos US$ 28.000 aos US$ 41.000 dólares, o Bitcoin se segurou e veio para cima novamente.
Entretanto, no movimento de alta que se seguiu o Bitcoin se deparou com outra problemática antiga: a China.
Proibição
A china já havia banido as criptomoedas do país por mais de 10 vezes em sua história.
E exatamente no dia em que o Bitcoin se tornou uma moeda de curso Legal em El Salvador, a China proibiu o comércio de criptoativos no país.
E lá veio mais um tombo.
Em pouco mais de uma semana o Bitcoin caiu cerca de -25%, e quando mal tinha consigo voltar novamente acima dos US$ 50.000 dólares a criptomoeda recuou.
Entretanto, a mineração de criptoativos já estava sendo reabsorvida pelos diversos países não autocratas do mundo, e os Estados Unidos lideraram o processo.
O mercado das finanças descentralizadas se expandiu com o mercado de varejo chinês e com o capital institucional, principalmente o europeu.
E de fato, o ecossistema cripto se ligou do favor que a China fez a ele.
Assim, o Bitcoin iniciou um novo processo de alta.
Passados 20 dias, do período entre 29 de setembro a 19 de outubro o Bitcoin subiu quase que sem grandes correções.
Dos quase US$ 40.000 dólares a criptomoeda rasgou os US$ 50.000 e os US$ 60.000 dólares e chegou ao seu novo topo hoje, 20 de outubro.
Novo topo histórico
Os investidores institucionais estão aderindo aos investimentos em criptoativos de forma crescente.
Ademais, o mercado cripto estava animado com os países dizendo que não tomariam as mesmas medidas impostas pela China sobre a proibição das criptomoedas.
E ficou ainda mais animado com a liberação do primeiro ETF de futuros de Bitcoin pela SEC americana, que foi anunciada no final da semana passada.
Na terça-feira (19) o ETF BITO, da ProShares, foi lançado na Bolsa de Valores se tornando o ativo com o maior volume natural do primeiro dia de lançamento de um ETF.
E com o mercado eufórico o Bitcoin nesta quarta-feira, 20 de outubro, registrou seu novo topo histórico.
To the moon!
