Rede Ethereum deu início ao Hard Fork Londres

A primeira etapa do hard fork Londres da rede Ethereum foi lançado na última quinta-feira, 24 de junho.

Primeira etapa, porque o fork primeiramente será aplicado em redes de testnet para depois seguir para a mainnet, ou rede principal.

A primeira rede testnet a ser testada é a Ropsten, e nela, a proposta de melhoria EIP-1559 teve seu início.

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A EIP-1559 foi aquela que gerou imensas discussões entre desenvolvedores e mineradores da rede ETH devido à redução da taxa de transação da rede.

Através da EIP-1559 a blockchain do Ethereum passa a destruir tokens Ether, o que poderá inclusive transformar o token ETH em deflacionário.

Pois bem, após implementada a atualização na testnet Ropsten, em apenas um dia foram “queimados” pouco mais de 88.00 tokens ETH.

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Esta quantidade de tokens foi “queimada” ou destruída dentro do processo de pagamentos de comissão aos mineradores da rede, que além de reduzir a quantia de tokens reduz a taxa dos mineradores.

Com este processo a rede ETH se tornará mais escalável e acessível.

De fato, estes tokens que foram destruídos não possuíam valor intrínseco por se tratar de uma rede de testes, entretanto, mostra que o processo funcionou e será benéfico à rede quando este for instalado na rede mainnet.

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Antes da implementação na mainnet a atualização EIP-1559 será testada nas testnets Goerli e Rinkeby.

Quando chegar à rede principal, estima-se que a inflação do Ether poderá diminuir em até 1,6 milhões de tokens por ano.

Isto significa que dependendo da capacidade de mineração da rede, o ETH poderá se tornar deflacionário.

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Cabe lembrar que deflacionário significa reduzir o número total de criptomoedas, e não diminuir o número de tokens produzidos ao longo do tempo como ocorre na rede do Bitcoin, por exemplo, que é inflacionário.

Este processo como um todo pode ser muito usual e já preparará a rede para a sua máxima evolução, que é a de eliminar a prova de trabalhou mineração propriamente dita e implementar a prova de participação na rede, como está previsto no protocolo ETH 2.0.

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Redator da Revista Bitnotícias
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