Xiaomi terá celulares com carteira cripto Sei pré-instalada e pagamentos em stablecoins até 2026

Xiaomi terá celulares com carteira cripto Sei pré-instalada e pagamentos em stablecoins até 2026
  • Xiaomi colocará carteira Sei em novos smartphones fora dos EUA e da China.
  • Pagamentos com stablecoins da Sei chegam a HK e UE até Q2 2026.
  • Parceria promete facilitar a entrada de novos usuários no Web3.

A Xiaomi fechou uma parceria global com a blockchain Sei para incluir, de fábrica, uma carteira cripto e um app de descoberta Web3 em seus próximos smartphones vendidos fora dos Estados Unidos e da China.

A iniciativa reforça a corrida das big techs para integrar serviços financeiros digitais diretamente nos dispositivos.

Xiaomi amplia presença no mundo cripto com parceria inédita

A partir de 2026, novos modelos da Xiaomi chegarão ao mercado com a carteira da Sei pré-instalada. Segundo a empresa, o recurso estará disponível inicialmente na Europa, América Latina, Sudeste Asiático e África, regiões onde a adoção de cripto já é consolidada.

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Além disso, o sistema permitirá login integrado via Google ID ou Xiaomi ID, o que reduz barreiras de entrada. Por isso, a Sei afirma que resolve o “problema de onboarding” para usuários iniciantes. “Este é um momento decisivo para o setor”, declarou Jeff Feng, cofundador da Sei Labs.

Entretanto, a estratégia não é totalmente nova. Samsung, HTC e Solana já tentaram movimentos parecidos, embora em formatos e escalas diferentes.

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Pagamentos com stablecoins da Sei chegam ao varejo da Xiaomi

A parceria também mira o varejo físico e digital da Xiaomi. As empresas querem habilitar pagamentos com stablecoins nativas da Sei, incluindo USDC, em lojas e no ecossistema mobile da marca.

A previsão é que a funcionalidade esteja disponível em Hong Kong e na União Europeia até o segundo trimestre de 2026. Portanto, a Xiaomi poderá se tornar uma das primeiras fabricantes globais a aceitar pagamentos tokenizados em regiões regulamentadas.

O cofundador Jay Jog destacou o objetivo:

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“Estamos saindo de um mundo em que o usuário busca o cripto. Agora, o cripto encontra o usuário”.

Além disso, a Sei pretende ampliar o uso de blockchain e Web3 para públicos além dos investidores tradicionais.

Impacto e desafios da integração

A integração entre Xiaomi e Sei reforça a tendência de unir hardware, serviços financeiros digitais e aplicativos descentralizados em um único ecossistema. A iniciativa pode acelerar a adoção global de cripto, especialmente em mercados emergentes.

Entretanto, o sucesso dependerá da experiência do usuário, da regulação local e da capacidade de entrega das empresas nos prazos anunciados.

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Adepto do DeFi e convertido à descentralização, deixei o sistema financeiro tradicional para viver a revolução cripto de dentro. Respirando blockchain, escrevendo sobre o que move o futuro — longe dos bancos, perto da liberdade.
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