Terminou 2022, um dos piores anos para o mercado cripto que enfrenta mais de um ano de bear market.
Diversas empresas, protocolos criptos e criptoativos morreram este ano.
Mas nada no mercado cripto morreu mais do que o Bitcoin.
Já morreu 467 vezes
De acordo com o site Bitcoin Obtuaries, a maior criptomoeda do planeta morreu várias vezes este ano.
O site compila Artigos e reportagens em inglês que de alguma forma decretaram a morte do Bitcoin.
Dois quesitos são levados em consideração para somar enterros da criptomoeda:
1 – “O conteúdo em si (não apenas o título) deve ser explícito sobre o fato de que o Bitcoin é ou será inútil (sem “talvez” ou “poderia”)”.
2 – “O conteúdo foi produzido por uma pessoa com seguidores notáveis ou um site com tráfego substancial”.
Assim, o site já computou um total de 467 mortes do Bitcoin.
E apenas este ano que o Bitcoin já morreu 27 vezes, tadinho.
Morreu, mas passa bem
Durante os 27 assassinatos do Bitcoin que ocorreram este ano, o momento em que houve mais mortes da criptomoeda foi durante a grande queda ocorrida em meados do mês de junho.
Após a queda de quase 44% em seu preço, indo dos aproximados US$ 31.500 para os US$ 17.622 (Binance – BTC/USDT), o Bitcoin Obtuaries computou trágicas nove mortes do Bitcoin.
Apesar do longo inverno cripto, este não foi o ano que o Bitcoin sofreu mais “criptocídios”.
De acordo com o Bitcoin Obtuaries, em 2017 o Bitcoin foi assassinado 124 vezes.
Compreensível, afinal de contas, muitos descrentes viram o tombo pós-bull market como o fim da criptomoeda.
Já em 2018, durante o inverno cripto, o Bitcoin sofreu mais 93 criptocídios.
Somando esse dois anos foram 217 assassinatos sofridos pelo Bitcoin.
Isso é quase a metade de mortes totais que o Bitcoin sofreu em seus 13 anos de vida.
Isso mostra como a principal criptomoeda do planeta já cansou seus assassinos de tentar matá-la.
Comparando o ano de 2022 com o de 2018, dois anos aos quais o mercado cripto viveu um bear market, os crimes de criptocídio contra o Bitcoin caíram cerca de 71%.
E esta é uma ótima estatística.
Que venha 2023!
