Bitcoin como reserva de valor do século 21? A aposta que fica mais forte a cada ano

Bitcoin como reserva de valor do século 21? A aposta que fica mais forte a cada ano
  • Anthony Scaramucci defende o Bitcoin como principal reserva de valor digital global.
  • Ele cita dívida crescente, impressão monetária e instabilidade geopolítica como catalisadores.
  • Além disso, afirma que nenhuma outra alternativa compete com o Bitcoin nesse papel estratégico.

O fundador da SkyBridge Capital, Anthony Scaramucci, apresentou uma tese otimista para o Bitcoin baseada em fatores macroeconômicos estruturais.

Ele afirma que, apesar da volatilidade recente, os fundamentos do ativo permanecem fortes no longo prazo.

Bitcoin surge como nova reserva de valor global

Scaramucci afirma que o mundo precisa de uma nova forma de dinheiro. Segundo ele, o Bitcoin atende a essa demanda moderna.

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Ele declarou:

“Bitcoin é uma aposta de que o século 21 precisará de uma reserva de valor neutra, não soberana e digital.”

Esse conceito se baseia em três pilares centrais:

  • Neutralidade política. Nenhum governo controla a rede.
  • Natureza digital. O ativo circula globalmente em segundos.
  • Independência monetária. O sistema opera fora de bancos centrais.

Além disso, ele separa o Bitcoin de ativos tradicionais. A criptomoeda não depende de empresas, commodities ou governos.

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Por isso, investidores veem o ativo como proteção contra inflação e desvalorização cambial. Esse argumento ganha força com o aumento da dívida global.

Scaramucci também destacou riscos emergentes, ele citou inteligência artificial, fragmentação geopolítica e expansão monetária. Esses fatores, segundo ele, reforçam a necessidade de ativos neutros.

Cenário macroeconômico fortalece tese de longo prazo

Atualmente, o Bitcoin negocia abaixo do topo histórico, entretanto, Scaramucci ignora movimentos de curto prazo.

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Ele reconheceu que o mercado vive um ciclo de baixa, mesmo assim, mantém sua visão otimista estrutural.

Além disso, investidores institucionais migraram temporariamente para ouro e prata, essa mudança reflete cautela diante da incerteza econômica global.

No entanto, Scaramucci acredita que essa tendência é temporária, ele afirmou que o cenário macro continua favorável ao Bitcoin.

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Segundo ele, “essa aposta parece mais razoável a cada ano, não menos.”

Esse argumento se apoia em tendências claras:

  • Dívida pública global em máximas históricas.
  • Expansão monetária contínua desde 2020.
  • Crescente desconfiança em moedas fiduciárias.

Além disso, o Bitcoin mantém escassez programada, a oferta máxima permanece limitada a 21 milhões de unidades.

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Portanto, a escassez reforça seu papel como ativo de proteção monetária.

Impactos para investidores e mercado

A tese de Scaramucci reforça uma narrativa dominante, o Bitcoin evolui de ativo especulativo para infraestrutura financeira global.

Além disso, investidores institucionais continuam monitorando o setor. A adoção institucional cresceu significativamente desde 2020.

Mesmo com ciclos de baixa, a tese estrutural permanece intacta, o foco agora está no longo prazo.

Por isso, muitos analistas veem o Bitcoin como equivalente digital ao ouro, essa comparação fortalece sua legitimidade global.

No entanto, o caminho continuará volátil, oscilações fazem parte da maturação do ativo.

No longo prazo, a combinação de escassez, neutralidade e independência monetária sustenta sua proposta. Portanto, a tese de valorização estrutural continua relevante.

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Adepto do DeFi e convertido à descentralização, deixei o sistema financeiro tradicional para viver a revolução cripto de dentro. Respirando blockchain, escrevendo sobre o que move o futuro — longe dos bancos, perto da liberdade.
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