Cresceu exponencialmente o número de deadcoins no mercado cripto

Fonte: PxHere

As chamadas deadcoins, ou moedas mortas, cresceram de forma acentuada diante deste longo inverno cripto.

Existem diversas classificações subjetivas que referem à classe de criptoativos do mercado. Dentre elas estão as chamadas shitcoins, que normalmente podem se tornar uma deadcoin

Os analistas do agregador de informações cripto, CoinGecko, relataram que o número das chamadas “moedas mortas” em 2022 cresceu exponencialmente em relação aos dois anos anteriores.

Em 2021, por exemplo, mais de 8.000 criptoativos foram listadas na página do CoinGecko.

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Desde então, cerca de 3.300 criptoativos foram desativados ou retirados da lista este ano.

Este dado ajudou a decrescer amplamente a capitalização total do mercado cripto que chegou perto do US$ 3 trilhões em 2021.

Agora em 2022, em um dos momentos mais críticos do mercado cripto, este valor está próximo dos US$ 831 bilhões.

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Trata-se de uma queda de aproximados 75% de seu topo histórico.

De acordo com as informações do CoinGecko, o número de moedas mortas cresceu em 2022 2,5 vezes em comparação ao ano 2020, e cerca de 3,5 vezes em comparação ao ano de 2021.

Isto porque conforme comentado, o ano de 2021 foi o ano recorde de valorização da maioria dos criptoativos do mercado cripto, que vivenciou duas bull runs e uma altseasson.

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Apesar disto, os analistas do  CoinGecko disseram que outros parâmetros podem ter retirado criptoativos da sua listagem, como por exemplo a inatividade acima de dois meses.

Isto pode ocorrer em criptoativos de blockchains privadas, empresariais, por exemplo.

Assim como também o CoinGecko pode ter excluído criptoativos por comprovadamente serem classificados como fraudulentos.

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Mas ressaltaram que a maioria das exclusões foram provenientes de criptoativos que foram criados no ano passado e simplesmente não possuem mais valor ou usabilidade.

A maior parte destes criptoativos foram criados por entidades ou pessoas anônimas.

A falta de comprometimento dos criadores e da adesão dos usuários ou investidores devido ao mercado de baixa ajudou bastante no fracasso destes projetos ou criptoativos.

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Redator da Revista Bitnotícias
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