Financial Times decreta ‘Bitcoin a zero’ — e reacende o sinal mais clássico de fundo do mercado

Financial Times decreta ‘Bitcoin a zero’ — e reacende o sinal mais clássico de fundo do mercado
  • FT afirma que o Bitcoin ainda vale “US$ 70 mil a mais”, segundo coluna de Jemima Kelly.
  • Comunidade cripto reage com ironia e crítica, chamando o texto de “sinal de fundo”.
  • Reações nas redes reforçam narrativa contrária, comum após ataques da mídia tradicional.

O Financial Times voltou a declarar o fim do Bitcoin ao afirmar que a criptomoeda ainda vale “US$ 70 mil a mais”.

A reação foi imediata, com investidores vendo o ataque como um clássico sinal de fundo de mercado.

Financial Times diz que Bitcoin caminha para zero

O artigo foi assinado por Jemima Kelly, colunista do Financial Times, no texto, ela afirma que o Bitcoin “ainda está cerca de US$ 70 mil caro”. Além disso, sustenta que a tese do “maior tolo” estaria se esgotando.

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Segundo Kelly, investidores continuam confiantes mesmo diante de riscos claros. Por isso, ela compara o movimento do Bitcoin a uma queda inevitável. A analogia usada vem do filme francês La Haine.

No longa, um personagem repete “até aqui, tudo bem” durante a queda. Entretanto, o impacto final seria inevitável, para a colunista, o Bitcoin seguiria a mesma lógica.

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Reação do mercado cripto foi imediata

A resposta dos bitcoiners foi rápida e majoritariamente crítica, nas redes sociais, muitos viram o texto como um “sinal de fundo”. Esse comportamento já ocorreu em ciclos anteriores do mercado.

Fred Krueger escreveu no X:

“O Financial Times prova mais uma vez que é uma publicação obsoleta, presa ao século passado.”

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Outros analistas reforçaram o tom otimista.

“Quando a mídia tradicional declara o Bitcoin morto, historicamente é quando ele volta a subir.”

Além disso, houve críticas diretas à relevância atual do jornal.

O empreendedor Bram Kanstein ironizou o posicionamento do FT, segundo ele, o jornal ignora “a maior inovação tecnológica financeira do século”. Por isso, muitos classificaram o artigo como ultrapassado.

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Impactos e leitura do mercado

Apesar da crítica do Financial Times, o Bitcoin segue próximo de máximas históricas. Em 2026, o ativo mantém forte adoção institucional e liquidez elevada. Além disso, ETFs e empresas listadas continuam acumulando BTC.

Historicamente, previsões de “morte do Bitcoin” se repetem desde 2011. Entretanto, o ativo já sobreviveu a dezenas dessas narrativas, portanto, parte do mercado vê esse tipo de texto como ruído.

Ao mesmo tempo, o episódio reforça o choque cultural entre sistemas, de um lado, a visão tradicional de valor, do outro, uma tecnologia descentralizada em expansão.

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O artigo do Financial Times reacendeu críticas antigas ao Bitcoin, mas também fortaleceu a convicção de seus defensores.

Em ciclos anteriores, ataques semelhantes antecederam fortes recuperações, mantendo o debate longe de um consenso.

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Adepto do DeFi e convertido à descentralização, deixei o sistema financeiro tradicional para viver a revolução cripto de dentro. Respirando blockchain, escrevendo sobre o que move o futuro — longe dos bancos, perto da liberdade.
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