Golpe cripto em Hong Kong: Vítimas perdem US$ 4,7 milhões em fraudes digitais

Golpe cripto em Hong Kong Vítimas perdem US$ 4,7 milhões em fraudes digitais
  • Golpes cripto crescem e causam perdas milionárias
  • Criminosos usam romance para enganar vítimas
  • Investidores desinformados viram alvos recorrentes

Duas vítimas em Hong Kong perderam US$ 4,7 milhões em golpes com criptomoedas, segundo dados recentes da polícia local. Os casos expõem uma escalada preocupante.

Além disso, as autoridades registraram um avanço consistente desse tipo de crime. O cenário mostra como os golpistas exploram confiança, emoção e promessas irreais de lucro.

Em 2025, a polícia documentou 5.135 fraudes de investimento online, alta de 30,7%. A maioria dos ataques começou em redes sociais e aplicativos de mensagens.

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Os criminosos abordaram cerca de 80,4% das vítimas nesses canais. Em seguida, migraram as conversas para plataformas privadas, onde intensificaram a manipulação.

Golpes românticos e falsas promessas ampliam perdas

Um dos casos mais impactantes envolveu uma mulher na casa dos 50 anos. Ela perdeu US$ 31 milhões, equivalente a quase US$ 4 milhões.

O golpe começou de forma simples. Um criminoso respondeu a um anúncio de aluguel e iniciou uma conversa aparentemente legítima.

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Logo depois, ele levou a conversa para o WhatsApp. Com o tempo, construiu um relacionamento emocional e ganhou a confiança da vítima.

Em seguida, o golpista apresentou uma oportunidade de investimento em criptomoedas. Ele enviou links para plataformas falsas, que simulavam retornos elevados.

Convencida, a vítima realizou várias transferências. Ela enviou dinheiro para contas bancárias e carteiras digitais controladas pelos criminosos.

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Esse caso representou a maior perda individual entre mais de mil ocorrências similares. Além disso, reforçou o avanço dos chamados golpes românticos.

A polícia informou que esse tipo de fraude cresceu 8,2% em 2025. Ao todo, foram registrados 1.093 casos no período.

Vítimas recorrentes viram alvo fácil de criminosos

Outro caso revelou um padrão ainda mais preocupante. Um aposentado de 66 anos perdeu todas as economias após cair em três golpes consecutivos.

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Primeiramente, ele recebeu uma mensagem de um suposto especialista em criptomoedas. O golpista prometeu lucros garantidos e orientação profissional.

O homem transferiu US$ 1,4 milhão antes que o criminoso desaparecesse. Após perceber o golpe, ele tentou recuperar o dinheiro. Nesse momento, ele caiu em um segundo golpe. Outro falso especialista exigiu um depósito de US$ 600 mil como garantia.

Mais uma vez, o criminoso desapareceu após receber o valor. Mesmo assim, o aposentado continuou buscando recuperar as perdas. Meses depois, um terceiro golpista entrou em contato. Ele prometeu recuperar os valores, mas exigiu a compra de criptomoedas.

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O aposentado transferiu US$ 4,6 milhões para uma carteira indicada. O criminoso desapareceu logo após a transação.

Ao longo de seis meses, ele perdeu US$ 6,6 milhões, equivalente a mais de US$ 840 mil. O caso mostra como vítimas recorrentes viram alvos fáceis.

As autoridades alertam que criminosos compartilham informações entre si. Isso facilita novos ataques contra as mesmas pessoas. A unidade CyberDefender intensificou o combate a esses crimes. A polícia utiliza inteligência artificial para detectar fraudes digitais.

Além disso, a ferramenta Scameter ajuda a identificar sites suspeitos. O sistema analisa URLs, plataformas e promessas de retorno exageradas.

Por fim, a polícia orienta os investidores a verificar qualquer proposta antes de transferir dinheiro. A recomendação busca reduzir novas perdas.

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Entusiasta de criptomoedas e tecnologia, comecei minha jornada com consoles no Nintendo 64. Sempre explorando novos gadgets e tecnologias inovadoras. Nos momentos livres, meu maior hobby é jogar futebol.
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