Fechamento do dia: Bitcoin a US$ 77.286,00
O Bitcoin encerra a cobertura desta quarta-feira cotado a US$ 77.286,00, com variação de -0,2% nas últimas 24 horas.
No intervalo de 24 horas, a cotação foi de US$ 76.298,00 na mínima a US$ 77.718,00 na máxima. O valor atual está na metade superior da faixa do dia. O volume negociado no período soma US$ 26,62 bilhões.
A capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O preço segue 38,7% abaixo da máxima histórica, de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância marca 65 pontos de 100, faixa de ganância, ante 63 ontem.
Entre as demais criptomoedas no mesmo horário: Ethereum (ETH) a US$ 2.391,12 (-1,1%), Solana (SOL) a US$ 100,43 (+0,5%), XRP a US$ 1,35 (-0,1%), BNB a US$ 687,95 (+0,8%).
A cobertura ao vivo do preço do Bitcoin recomeça amanhã, em nova matéria.
Bitcoin recupera 0,2% desde a última atualização e volta à metade superior da faixa do dia
Às 20h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.164,00 (R$ 397.448,61), com queda de 0,2% nas últimas 24 horas. A variação na última hora é de -0,4%. O preço subiu 0,2% desde a atualização anterior, há 29 minutos, e voltou a ocupar a metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
O recuo semanal chega a 2,2%. O volume negociado em 24 horas soma US$ 26,78 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O preço atual fica 38,8% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
Entre as altcoins, o Ethereum cai 1,3% a US$ 2.384,72 e o Dogecoin recua 0,2% a US$ 0,0813. O Solana fica estável a US$ 99,89, assim como o XRP a US$ 1,35. O BNB avança 0,8% a US$ 686,66.
Segundo a CryptoSlate, o ETF de Bitcoin da BlackRock, o IBIT, superou o S&P 500 por apenas 1,60 ponto percentual desde a estreia em janeiro de 2024, com retorno de 67,74% contra 66,14% do ETF VOO da Vanguard. O IBIT enfrentou um drawdown de 53,30% entre outubro de 2025 e junho de 2026, ante uma queda máxima de 18,69% no VOO.
Bitcoin recua 0,3% em 24 horas e mantém preço no meio da faixa do dia
Às 20h00, o Bitcoin é negociado a US$ 77.007,00 (R$ 396.639,95), com queda de 0,3% nas últimas 24 horas. A variação na última hora é de -0,2%, e o preço não se moveu desde a atualização anterior, há 29 minutos. A cotação atual está no meio da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
O recuo semanal chega a 1,5%. O volume negociado em 24 horas soma US$ 26,45 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O preço atual fica 38,9% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
Entre as altcoins, o Ethereum cai 1,4% a US$ 2.378,65 e o Dogecoin recua 0,5% a US$ 0,0810. O Solana perde 0,1% a US$ 99,52, enquanto o XRP fica estável a US$ 1,34 e o BNB avança 0,8% a US$ 685,89.
Segundo a Bitcoin.com News, a empresa Glassnode atribui a recente valorização do Bitcoin acima de US$ 80.000 a um recorde de liquidações de posições vendidas em 19 de agosto, somando US$ 1,74 bilhão. O relatório aponta ainda que ETFs americanos de Bitcoin registraram US$ 2,2 bilhões em entradas líquidas na semana seguinte, sustentando o movimento.
Bitcoin estável a US$ 77.007,00
Às 19h30, o Bitcoin era negociado a US$ 77.007,00 (R$ 396.639,95), com variação de -0,1% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior (há 30 minutos), o movimento foi de -0,4%.
No intervalo de 24 horas, a cotação foi de US$ 76.298,00 na mínima a US$ 77.718,00 na máxima. O valor atual está no meio da faixa do dia. O volume negociado no período soma US$ 26,58 bilhões.
A capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão, o equivalente a 59,1% do mercado cripto. O preço segue 38,9% abaixo da máxima histórica, de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos de 100, faixa de ganância, ante 69 ontem.
Entre as demais criptomoedas no mesmo horário: Ethereum (ETH) a US$ 2.379,22 (-1,2%), Solana (SOL) a US$ 99,23 (-0,2%), XRP a US$ 1,34 (-0,0%), BNB a US$ 685,26 (+0,9%).
Bitcoin avança 0,1% em 24 horas e se mantém na metade superior da faixa do dia
Às 19h00, o Bitcoin é negociado a US$ 77.289,00 (R$ 398.092,45), com leve alta de 0,1% nas últimas 24 horas. O preço não variou desde a atualização anterior, há 30 minutos, mas registra avanço de 0,2% na última hora. A cotação segue na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 1,3%, e o preço está 38,7% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 27,24 bilhões, com capitalização de US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins operam sem direção definida. O Ethereum recua 1,0% a US$ 2.390,51 e o XRP fica estável a US$ 1,35. O Solana avança 0,1% a US$ 99,69 e o Dogecoin sobe 0,3% a US$ 0,0817, enquanto o BNB ganha 1,0% a US$ 687,17.
Segundo a Bitcoin.com News, mineradores de Bitcoin arrecadaram cerca de US$ 1,008 bilhão em agosto, com o hashprice subindo para US$ 38,86 por PH/s. Os outflows de mineradores permaneceram limitados, e o relatório aponta que o preço do Bitcoin precisaria chegar a aproximadamente US$ 198.950 para que o hashprice alcance US$ 100 por PH/s.
Bitcoin recua a US$ 77.251 e altcoins misturam alta e baixa no fim da tarde
Às 18h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.251,00 (R$ 397.896,73), com leve alta de 0,1% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 30 minutos, o preço recuou 0,2%, mas registra avanço de 0,2% na última hora. A cotação segue na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 1,3%, e o preço está 38,7% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 27,16 bilhões, com capitalização de US$ 1,55 trilhão e dominância de 59,1%. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem. A capitalização total do mercado cripto cai 2,7% em 24 horas, para US$ 2,62 trilhões.
As altcoins operam sem direção definida. O Ethereum recua 0,9% a US$ 2.391,07 e o XRP fica estável a US$ 1,35. O Solana avança 0,1% a US$ 99,58 e o Dogecoin sobe 0,1% a US$ 0,0816, enquanto o BNB ganha 1,1% a US$ 687,27.
Segundo a BeInCrypto, o ex-CEO da Binance Changpeng Zhao afirmou que dinheiro da inteligência artificial está voltando para o mercado de criptomoedas e indicou um cenário de preço de US$ 840.000 para o Bitcoin.
Bitcoin fica estável a US$ 77.410 e BNB ganha 1% enquanto altcoins recuam
Às 18h00, o Bitcoin é negociado a US$ 77.410,00 (R$ 398.715,69), sem variação nas últimas 24 horas. O preço avançou 0,1% desde a atualização anterior, há 29 minutos, mas recuou 0,1% na última hora. A cotação permanece na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 1,6%, e o preço está 38,6% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 27,56 bilhões, com capitalização de US$ 1,55 trilhão e dominância de 59,1%. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins operam majoritariamente em queda. O Ethereum recua 1,1% a US$ 2.393,49 e o Solana perde 0,3% a US$ 99,75. O XRP cai 0,1% a US$ 1,35 e o Dogecoin recua 0,3% a US$ 0,0817, enquanto o BNB avança 1,0% a US$ 687,23.
Segundo a Bitcoin Magazine, a Universidade Cornell ouviu 25.880 pessoas em todo o mundo sobre o uso do Bitcoin e constatou que muitos detentores têm conhecimento superficial da tecnologia. O relatório aponta que El Salvador, Venezuela e Nigéria lideram em número de pessoas que já possuíram Bitcoin, e que a criptomoeda serve como ferramenta para contornar falhas no sistema bancário e na inflação.
Bitcoin fica em US$ 77.359 sem variação no dia e BNB ganha 1,0%
Às 17h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.359,00 (R$ 398.453,00), sem variação nas últimas 24 horas. O preço ficou estável desde a atualização anterior e recuou 0,1% na última hora. A cotação permanece na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 1,6%, e o preço está 38,6% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 27,44 bilhões, com capitalização de US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins operam majoritariamente em queda. O Ethereum recua 1,1% a US$ 2.391,63 e o Solana perde 0,3% a US$ 99,67. O XRP cai 0,1% a US$ 1,35 e o Dogecoin recua 0,3% a US$ 0,0816, enquanto o BNB avança 1,0% a US$ 686,84.
Segundo a Crypto.News, um levantamento da Universidade Cornell com 25.880 pessoas em 25 países apontou que El Salvador, Venezuela e Nigéria lideram a adoção de Bitcoin. O estudo concluiu que pessoas em países com moedas instáveis ou acesso restrito a dólares usam o Bitcoin como ferramenta financeira, não apenas como investimento especulativo.
Bitcoin fica estável a US$ 77.348 e mantém preço na metade superior da faixa do dia
O Bitcoin é negociado a US$ 77.348,20 (R$ 398.397,37), sem variação nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço avançou 0,2% e permaneceu estável na última hora. A cotação atual está na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 1,4%, e o preço permanece 38,8% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 27,35 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins operam majoritariamente em queda. O Ethereum recua 1,1% a US$ 2.393,04 e o Solana perde 0,6% a US$ 99,45. O XRP cai 0,9% a US$ 1,34 e o Dogecoin recua 0,8% a US$ 0,0813, enquanto o BNB avança 1,0% a US$ 686,71.
Segundo a Crypto.News, o analista da Nansen Nicolai Søndergaard afirmou que a recuperação de cerca de 22% do Bitcoin no último mês é real, mas os fluxos de mercado à vista ainda não confirmam um novo ciclo de alta. Søndergaard destacou que cerca de 3.700 BTC em entradas líquidas foram enviados a corretoras na última semana e que os ETFs americanos registraram saídas de aproximadamente US$ 236 milhões, sinalizando falta de demanda consistente.
Bitcoin recua a US$ 77.197 e apaga ganhos das últimas 24 horas
Às 16h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.197,00 (R$ 397.618,59), com queda de 0,2% nas últimas 24 horas. O preço recuou os mesmos 0,2% desde a atualização anterior, há 30 minutos, e ficou estável na última hora. A cotação atual está na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 1,4%, e o preço permanece 38,8% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 27,48 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins acompanham a baixa. O Ethereum recua 1,3% a US$ 2.388,49 e o Solana perde 0,9% a US$ 99,22. O XRP cai 1,4% a US$ 1,34 e o Dogecoin recua 1,1% a US$ 0,0812, enquanto o BNB avança 0,7% a US$ 685,79.
Segundo a Bitcoin Magazine, o bilionário mexicano Ricardo Salinas publicou um vídeo na segunda-feira dizendo aos seguidores que a inflação fiduciária é um imposto oculto e que o Bitcoin serve como proteção. Salinas afirmou que ninguém pode imprimir mais Bitcoin por vontade própria e orientou as pessoas a protegerem suas economias.
Bitcoin recua levemente a US$ 77.327 e segura alta de 0,3% no dia
Às 16h00, o Bitcoin é negociado a US$ 77.327,00 (R$ 398.288,18), com alta de 0,3% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço recuou 0,1%.
O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos de 100, permanecendo na faixa de ganância, contra 69 ontem. As altcoins operam majoritariamente em queda. O Ethereum recua 0,7% a US$ 2.393,36, o XRP perde 1,0% a US$ 1,34 e o Solana cai 0,1% a US$ 99,44. O Dogecoin recua 0,3% a US$ 0,0814, enquanto o BNB avança 1,1% a US$ 686,66.
Segundo a Bitcoin.com News, a rede Bitcoin atravessa seu primeiro bear market de hashrate após o pico de quase 1,3 zettahashes por segundo no fim do ano passado. O CEO da Twenty One Capital, Rapha Zagury, afirmou que a demanda por inteligência artificial está redirecionando infraestrutura de mineração, o que difere da queda registrada em 1 durante a proibição chinesa.
Bitcoin sobe a US$ 77.422 e recupera 0,6% em 24 horas
O Bitcoin é negociado a US$ 77.422,00 (R$ 398.777,50), com alta de 0,6% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 30 minutos, o preço avançou 0,1%. A cotação atual está na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A queda semanal chega a 0,8%, e o preço permanece 38,6% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 29,13 bilhões. A capitalização total do mercado cripto recuou 2,5% para US$ 2,62 trilhões, enquanto a dominância do Bitcoin fica em 59,1%. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins operam sem direção clara. O Ethereum recua 0,8% a US$ 2.395,55 e o XRP perde 0,6% a US$ 1,34. O Solana se mantém estável a US$ 99,46. O BNB avança 1,1% a US$ 686,88 e o Dogecoin tem leve alta de 0,1% a US$ 0,0816.
Segundo a Bitcoin.com News, o Bitcoin caiu próximo de US$ 76.000 após ataques dos Estados Unidos ao Irã gerarem volatilidade no mercado. A publicação relata que US$ 91 milhões em posições compradas de Bitcoin foram liquidadas. O analista Michaël van de Poppe aponta US$ 74.000 como possível ponto de entrada para compras caso o Bitcoin não segure o suporte de US$ 76.200.
Bitcoin sobe a US$ 77.381,65 e se aproxima da máxima do dia
O Bitcoin é negociado a US$ 77.381,65 (R$ 398.569,66), com leve alta de 0,1% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço avançou 0,5%. A cotação atual está na metade superior da faixa do dia, próxima da máxima de US$ 77.718,00, enquanto a mínima ficou em US$ 76.298,00.
A queda semanal chega a 1,1%, e o preço permanece 38,7% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 29,75 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins operam em maioria em baixa. O Ethereum recua 1,1% a US$ 2.393,78 e o Solana perde 1,3% a US$ 99,32. O XRP cai 1,8% a US$ 1,34 e o Dogecoin recua 0,8% a US$ 0,0815, enquanto o BNB avança 0,7% a US$ 687,73.
Segundo a U.Today, o indicador Bitcoin Cycle Momentum da CryptoQuant entrou em território positivo pela primeira vez em oito meses, sinal historicamente associado ao fim de quedas prolongadas. A publicação destaca que grandes carteiras com pelo menos 100 BTC adicionaram cerca de 60.000 unidades às suas posições em agosto, enquanto investidores menores venderam um total de 47.000 BTC.
Bitcoin cede a US$ 77.020 e amplia queda semanal para 1,1%
Às 14h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.020,00 (R$ 396.706,91), com queda de 0,6% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço recuou 0,2%. A cotação está no meio da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A desvalorização semanal chega a 1,1%. O volume negociado em 24 horas soma US$ 29,15 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O preço atual permanece 38,9% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância caiu para 63 pontos de 100, faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins seguem majoritariamente em queda. O Ethereum recua 2,3% a US$ 2.375,52, o Solana cai 2,6% a US$ 98,39, o XRP perde 3,0% a US$ 1,33 e o Dogecoin recua 1,6% a US$ 0,0810. O BNB se mantém estável a US$ 684,87, com variação de 0,0%.
Segundo a Yahoo Finance, os ETFs de Bitcoin registraram o melhor mês de 2026 em agosto, com entradas líquidas superiores a US$ 3,5 bilhões, ante apenas US$ 172 milhões em julho. A publicação ressalta, no entanto, que o setor perdeu fôlego ao longo do ano por uma série de fatores, entre eles a realização de lucros por baleias de longo prazo, tensões geopolíticas e expectativa de inflação mais alta.
Bitcoin recua a US$ 77.176 e perde força após tocar máxima do dia
Às 14h00, o Bitcoin é negociado a US$ 77.176,00, com queda de 0,5% nas últimas 24 horas. O preço recuou 0,4% desde a atualização anterior, há 30 minutos, mas ainda registra leve alta de 0,2% na última hora. A cotação atual está na metade superior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.718,00.
A desvalorização semanal chega a 0,7%, e o preço permanece 38,8% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 30,37 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. A dominância sobre o mercado cripto, cujo valor total recuou 3,5% para US$ 2,61 trilhões, fica em 59,1%. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins seguem em baixa. O Ethereum cai 1,9% a US$ 2.385,07 e o Solana perde 2,1% a US$ 98,85. O XRP recua 2,4% a US$ 1,33 e o Dogecoin cai 0,9% a US$ 0,0814, enquanto o BNB avança 0,3% a US$ 685,91.
Segundo a Coinpedia, o presidente da SEC, Paul Atkins, classificou a nova proposta de regulamentação de criptomoedas da agência como o passo mais histórico rumo à meta da Casa Branca de tornar os Estados Unidos a capital cripto do mundo. O anúncio antecede a votação do CLARITY Act no Senado, marcada para 15 de setembro. Atkins afirmou que a agência pode avançar com regras próprias mesmo sem o Congresso, mas reconheceu que esse caminho é menos durável do que uma lei aprovada.
Bitcoin sobe a US$ 77.515 e se aproxima da máxima do dia
O Bitcoin é negociado a US$ 77.515,00 (R$ 399.256,51), com leve queda de 0,1% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço avançou 0,4%, e a cotação agora flerta com o topo da faixa do dia, próxima da máxima de US$ 77.718,00. A mínima das últimas 24 horas ficou em US$ 76.298,00.
A desvalorização semanal chega a 0,7%, e o preço atual permanece 38,5% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,56 trilhão, com dominância de 59,1% sobre o mercado cripto, cujo valor total recuou 3,2% para US$ 2,63 trilhões. O Índice de Medo e Ganância caiu para 63 pontos, contra 69 ontem.
As altcoins operam em maioria em baixa. O Ethereum recua 1,4% a US$ 2.399,57 e o Solana perde 1,8% a US$ 99,53. O XRP cai 1,9% a US$ 1,34 e o Dogecoin recua 0,7% a US$ 0,0817, enquanto o BNB avança 0,5% a US$ 687,90.
Segundo a The Defiant, o Bitcoin sustentou o nível de US$ 77.000 após um relatório fraco de contratação privada da ADP, que registrou 38.000 empregos em agosto ante 44.000 em julho. A publicação aponta que as chances de um aumento de um quarto de ponto na reunião de setembro do Federal Reserve subiram para 59% no Polymarket.
Bitcoin em queda a US$ 77.225,00
Às 13h00, o Bitcoin era negociado a US$ 77.225,00 (R$ 397.762,81), com variação de -0,9% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior (há 30 minutos), o movimento foi de +0,2%.
No intervalo de 24 horas, a cotação foi de US$ 76.298,00 na mínima a US$ 77.930,00 na máxima. O valor atual está no meio da faixa do dia. O volume negociado no período soma US$ 29,63 bilhões.
A capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O preço segue 38,8% abaixo da máxima histórica, de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos de 100, faixa de ganância, ante 69 ontem.
Entre as demais criptomoedas no mesmo horário: Ethereum (ETH) a US$ 2.387,29 (-2,5%), Solana (SOL) a US$ 99,23 (-2,7%), XRP a US$ 1,34 (-3,1%), BNB a US$ 686,70 (+0,0%).
Bitcoin testa US$ 76.500 e risco de queda até US$ 58.000 entra no radar
O Bitcoin voltou a testar a região dos US$ 76.500 em meio ao aumento da tensão geopolítica envolvendo Estados Unidos e Irã. Segundo Paulo Aragão, fundador do podcast Giro Bitcoin, a retomada do conflito pressiona os mercados globais e provoca uma forte alta do petróleo, criando um ambiente desfavorável para ativos de risco.
Na avaliação do analista, a valorização do petróleo adiciona pressão sobre a inflação, os juros e o dólar, fatores que tendem a reduzir o apetite dos investidores por ativos mais voláteis, como o Bitcoin. Nesse contexto, o BTC volta a se aproximar de regiões técnicas importantes.
No curto prazo, Aragão considera que compradores ainda podem aparecer entre US$ 74.000 e US$ 76.500. Caso essa faixa não consiga sustentar o preço, o próximo nível considerado decisivo passa a ser a região dos US$ 71.000.
“Na minha avaliação, esse é o ponto que pode definir o próximo grande movimento. Se o Bitcoin perder os US$ 71.000, vejo espaço para uma correção muito mais forte, potencialmente em direção aos US$ 58.000”, afirma Paulo Aragão.
Por outro lado, uma nova sinalização de trégua entre Estados Unidos e Irã poderia mudar rapidamente o cenário. Segundo Aragão, uma redução das tensões poderia aliviar os preços do petróleo e devolver força aos ativos de risco, repetindo movimentos já observados em outros momentos do conflito.
Bitcoin recua a US$ 77.046 e altcoins acentuam perdas no início da tarde
Às 12h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.046,00 (R$ 396.840,83), com queda de 1,0% nas últimas 24 horas. O preço recuou 0,1% desde a atualização anterior, mas registra leve alta de 0,1% na última hora. A cotação permanece no meio da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 77.930,00.
A desvalorização semanal chega a 1,7%, e o preço atual fica 38,9% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 29,85 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins continuam sob pressão. O Ethereum cai 2,2% a US$ 2.388,61 e o Solana perde 2,7% a US$ 99,00. O XRP recua 2,9% a US$ 1,33 e o Dogecoin cai 1,4% a US$ 0,0813, enquanto o BNB fica estável a US$ 685,50.
Segundo a Bitcoin Magazine, o CEO da Strategy, Phong Le, defendeu a venda de parte das reservas de Bitcoin da empresa como a decisão certa para fortalecer o balanço. Le afirmou que a companhia voltou a comprar a criptomoeda na segunda-feira após uma pausa de dez semanas e não prevê novas vendas ao entrar no que considera um mercado em alta. A Strategy detém 845.050 bitcoins, avaliados em US$ 65,1 bilhões.
Bitcoin recua a US$ 77.096 e mantém dominância de 59% do mercado cripto
Às 12h00, o Bitcoin é negociado a US$ 77.096,00 (R$ 397.098,37), com queda de 1,4% nas últimas 24 horas. O preço recuou 0,2% desde a atualização anterior, há 30 minutos, mas ainda registra alta de 0,5% na última hora. A cotação atual está no meio da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 78.138,00.
A desvalorização semanal chega a 1,7%, e o preço atual fica 38,8% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,55 trilhão, com dominância de 59,0% sobre o mercado cripto, cujo valor total recuou 3,6% para US$ 2,62 trilhões. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
Entre as altcoins, o Ethereum cai 2,2% a US$ 2.394,88 e o Solana perde 2,9% a US$ 98,99. O XRP recua 3,2% a US$ 1,33 e o Dogecoin cai 1,4% a US$ 0,0816, enquanto o BNB fica estável a US$ 686,03.
Segundo a U.Today, o trader Peter Brandt abriu uma posição comprada em Bitcoin após um rompimento técnico raro no gráfico, revertendo sua visão anteriormente bearish. A publicação destaca que a Mastercard passou a patrocinar um hackathon do XRP Ledger em Nova York, ampliando a relação com a Ripple.
Bitcoin cai para US$ 77.500 com tensão no Irã e temor de alta de juros nos EUA
O Bitcoin opera em queda nesta quarta-feira, negociado na região de US$ 77.500, em meio ao aumento da aversão ao risco nos mercados globais. Para Noah Cheung, country manager da Bitget no Brasil, a combinação entre tensões geopolíticas, petróleo em alta e avanço dos juros dos títulos americanos voltou a pressionar os ativos de risco.
Segundo o executivo, o ataque dos Estados Unidos contra alvos iranianos próximos ao Estreito de Ormuz aumentou a preocupação dos investidores, ao mesmo tempo em que o petróleo atingiu seu maior nível em 40 dias. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos de 10 anos também avançaram para cerca de 4,81%.
A pressão ganhou força com a mudança das expectativas para a política monetária americana. O mercado passou a precificar uma probabilidade entre 66% e 70% de aumento dos juros pelo Federal Reserve em setembro, cenário que tende a reduzir a atratividade de ativos de maior risco, incluindo as criptomoedas.
“O Bitcoin opera em queda nesta quarta-feira, em torno de US$ 77.500, pressionado por um ambiente de maior aversão ao risco. O cenário geopolítico, a alta do petróleo e o avanço dos rendimentos dos Treasuries aumentaram a ansiedade dos investidores, enquanto a possibilidade de uma alta de juros pelo Federal Reserve reduz a atratividade dos ativos de risco”, afirma Cheung.
Bitcoin ainda sustenta ganhos após melhor agosto desde 2017
Apesar da correção, Cheung destaca que o movimento ocorre depois de um agosto de forte valorização para o Bitcoin. No mês, o BTC acumulou ganhos próximos de 25%, registrando seu melhor desempenho para agosto desde 2017.
Na avaliação do executivo, as tensões geopolíticas e as expectativas em torno da política monetária dos Estados Unidos devem continuar determinando o comportamento do mercado no curto prazo. Nesse ambiente, o Bitcoin tenta consolidar a recuperação registrada nas últimas semanas enquanto investidores acompanham os próximos sinais do Federal Reserve.
Bitcoin sobe a US$ 77.271 e se aproxima do meio da faixa do dia
Às 11h30, o Bitcoin é negociado a US$ 77.271,00 (R$ 397.999,74), com queda de 1,2% nas últimas 24 horas. O preço avançou 0,3% desde a atualização anterior e acumula alta de 0,5% na última hora, posicionando-se no meio da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 78.138,00.
A desvalorização em sete dias chega a 1,7%, e o preço atual fica 38,7% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,55 trilhão, com dominância de 59,0% sobre o mercado cripto, cujo valor total recuou 3,5% para US$ 2,62 trilhões. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
Entre as altcoins, o Ethereum cai 2,0% a US$ 2.401,47 e o Solana perde 2,8% a US$ 99,30. O XRP recua 2,6% a US$ 1,34 e o Dogecoin cai 1,3% a US$ 0,0817, enquanto o BNB fica estável a US$ 687,48.
Segundo a Coinpedia, o advogado e defensor do Bitcoin Joe Carlasare afirmou que a recente queda abaixo de US$ 60.000 durou apenas cerca de 72 horas, o que ele vê como evidência de que os vendedores praticamente desapareceram em níveis de preço mais baixos. Carlasare prevê que investidores terão cada vez mais dificuldade de vender abaixo de US$ 100.000, nível que deve se firmar como piso psicológico.
Bitcoin perde US$ 77.000 enquanto petróleo perto de US$ 100 aumenta pressão sobre o Fed
A semana abriu com a pergunta de sempre: o payroll de sexta-feira (04/08) vai confirmar ou desarmar a alta de juros que o mercado precifica para setembro? Os dados de ontem eram a primeira pista, e ela veio ambígua.
O PMI industrial da S&P Global ficou em 53,9, acima do esperado, com as fábricas ainda em expansão. O ISM industrial, que atribui mais peso à cadeia de suprimentos e aos preços pagos, veio em 54,6, abaixo da previsão e recuando em relação ao pico de quatro anos registrado no mês anterior.
O JOLTS mostrou 7,27 milhões de vagas, abaixo da estimativa, mas acima do mês passado. Ou seja, a demanda por trabalhadores desacelerou sem quebrar. Os gastos com construção caíram 0,5%, quando se esperava estabilidade, enquanto o emprego industrial medido pelo ISM cedeu para 51,2, ainda indicando contratação, mas em ritmo mais lento.
Nada disso aponta para um colapso, mas também não representa um sinal verde. O crescimento continua, porém com perda de ímpeto, e um Federal Reserve sem guidance claro tende a tratar cada nova divulgação como decisiva até a chegada do payroll. Hoje sai o ADP, amanhã o ISM de serviços e, na sexta-feira, o número que realmente importa.
Enquanto o mercado de trabalho não responde, quem está ajudando a escrever a decisão de setembro é o petróleo. O Brent superou US$ 95 com os novos ataques americanos ao Irã e já opera perto de US$ 97.
O caminho até o Fed é curto e conhecido: petróleo, gasolina e frete, com os efeitos chegando depois ao CPI de agosto, que será divulgado em 11 de setembro e representa o último dado de inflação antes da reunião do Fomc. A guerra está, literalmente, ajudando a escrever o número que poderá decidir os juros.

E o custo não para no índice de preços. Energia cara comprime as margens da indústria e do setor de transportes. O que não vira margem menor pode acabar repassado aos preços. Ao mesmo tempo, o consumidor que gasta mais no posto tem menos dinheiro para consumir em outras áreas, movimento que pode aparecer como enfraquecimento do varejo nos meses seguintes.
O próprio mercado de ações já admite que o movimento pode não ser passageiro. O índice S&P 500 de refino e comercialização de petróleo avançou 108% em 12 meses e está próximo da máxima histórica. É a maior valorização anual desde a retomada de 2020, com apenas 2005 e 2013 apresentando períodos comparáveis nas últimas três décadas.
Refino em máxima com o barril próximo de US$ 100 significa que investidores estão apostando em margens elevadas por um período prolongado. Em outras palavras, parte da bolsa já precifica energia cara por mais tempo, enquanto o Fed ainda precisa avaliar se esse choque será temporário.
Bitcoin testa suporte enquanto petróleo pressiona o Fed
É exatamente essa combinação que leva à pergunta central do momento. O que tirou o Bitcoin de US$ 62.000 e levou o ativo até US$ 79.000, junto com ouro e prata, foi um pano de fundo marcado pela queda dos juros longos, pelo avanço da dívida americana e por uma tentativa de intervenção do Tesouro que não conseguiu estabilizar o mercado de forma duradoura.
Com a guerra piorando e o Brent se aproximando de US$ 100, a questão é saber se esse cenário reforça essa narrativa ou começa a comprometê-la.
Do lado que sustenta a tese, as principais condições continuam de pé. Os títulos de 30 anos dos Estados Unidos estão a poucos pontos-base da região em que o Tesouro costuma agir, enquanto os JGBs japoneses operam em níveis não vistos em cerca de 30 anos, mostrando que a pressão não está restrita aos Estados Unidos.
A intervenção anterior durou aproximadamente 48 horas e ensinou o mercado a testar uma nova ação, em vez de simplesmente respeitá-la. Ao mesmo tempo, o Brent perto de US$ 100 mantém o Fed pressionado, porque cortar juros com energia puxando a inflação se torna mais difícil. Um Fed limitado enquanto a dívida continua crescendo alimenta a tese fiscal.
Nesse ambiente, a leitura de que o Bitcoin passou a ocupar, para alguns fundos, uma posição semelhante à do ouro como ativo escasso e pouco elástico ganha força justamente quando cresce a desconfiança em relação à dívida soberana.
Do lado que compromete essa tese, os riscos também são concretos. Uma alta de juros confirmada representa aperto monetário real, e esse aperto aumenta o custo de carregar praticamente qualquer posição, incluindo ativos considerados proteção.
Se investidores correrem para o dólar como porto seguro, em vez de fugir da moeda americana, a tese muda de direção. Uma redução dos fluxos para ETFs também deixaria o mercado mais dependente dos detentores de curto prazo realizando lucros, sem uma contraparte institucional forte para absorver as vendas.
Além disso, um eventual cessar-fogo capaz de derrubar de maneira consistente o preço do Brent aliviaria as expectativas para o CPI, devolveria espaço de manobra ao Fed e reduziria a urgência da busca por proteção contra riscos fiscais e inflacionários.
O teste prático para identificar qual força está dominando é observar com quais ativos o Bitcoin se movimenta durante o dia. Se o BTC sobe junto com o ouro enquanto as bolsas caem, a tese fiscal está prevalecendo. Se cai junto com o Nasdaq, o fator dominante continua sendo o juro. Essa leitura precisa ser refeita diariamente.

O preço, por enquanto, cedeu. O BTC opera agora próximo de US$ 76.600, e a faixa entre US$ 77.000 e US$ 78.000, que vinha concentrando demanda, não conseguiu sustentar o movimento.
Os US$ 78.000, antes vistos como piso do corredor, passam a funcionar como resistência. Já os US$ 80.000, região do chamado call wall, continuam como o teto que ainda não foi rompido de maneira consistente.
A estrutura que permanece abaixo do preço está concentrada no cluster entre US$ 75.000 e US$ 76.000. Essa faixa deixa de ser uma referência distante e passa a representar o teste imediato do mercado.
Abaixo dela, a região entre US$ 69.000 e US$ 71.000, onde se concentram médias móveis de curto prazo, representa o próximo suporte para a continuidade da estrutura. Os US$ 67.000 marcam aproximadamente o custo médio dos detentores de curto prazo, região em que o comportamento desse grupo pode mudar da realização de lucros para a defesa das posições.
Mais abaixo, o put wall na região de US$ 60.000 continua funcionando como referência estrutural.
Sobre o que fazer com esse mapa, a leitura deve ser encarada como hipótese de trabalho. A região atual comporta uma possível agulhada no cluster entre US$ 75.000 e US$ 76.000, movimento que poderia atingir traders que entraram vendidos após a perda dos US$ 77.000 e fornecer combustível para uma recuperação rápida.
O mapa de liquidez sustenta esse desenho e, neste momento, ele aparece como uma das narrativas mais prováveis. O cuidado é não interpretar automaticamente esse movimento como estrutural. O mesmo mecanismo que captura shorts atrasados em uma ponta pode prender longs atrasados na outra pouco depois.
Caso essa varredura aconteça, o que validaria uma continuação de alta não seria apenas o repique. O sinal mais importante seria o Bitcoin reconquistar os US$ 78.000 com retomada das compras no mercado à vista. Sem isso, o movimento continuará parecendo uma busca por liquidez dos dois lados.
O mercado de opções ajuda a dimensionar esse cenário. A DVOL caiu de 43,1% para 37,7%, chegando ao percentil 8 dos últimos cinco anos. Isso significa que a volatilidade voltou para uma região historicamente baixa depois do aumento registrado em agosto.
A estrutura a termo continua ascendente e sem inversão, indicando que o mercado não está precificando um evento extremo iminente. Ainda assim, dois indicadores revelam uma cautela importante por baixo dessa aparente tranquilidade.
A assimetria está no primeiro decil da própria série histórica, indicando que a proteção contra quedas continua relativamente cara. Ao mesmo tempo, o peso atribuído a eventos extremos está no nono decil. Ou seja, o nível geral da proteção está barato, mas a proteção especificamente voltada contra quedas continua cara em termos relativos. Quem está fazendo hedge está pagando principalmente pelo risco de cauda.
No dimensionamento, o modelo projeta volatilidade de 37,6%, contra 37,0% precificada pelo mercado, uma diferença pequena. Já a put de 25 delta com vencimento em 30 dias custa 1,69% do valor nocional, no percentil 3 dos últimos cinco anos.
Em resumo, os US$ 77.000 foram perdidos e os US$ 78.000 viraram resistência. O cluster entre US$ 75.000 e US$ 76.000 é agora o teste imediato, mas o fator decisivo não será apenas uma reação nessa região. O que poderá mudar novamente a estrutura é a reconquista dos US$ 78.000 acompanhada por fluxo comprador.
Sem isso, permanece aberto o corredor em direção à faixa entre US$ 69.000 e US$ 71.000. No calendário, o mercado acompanha o ADP hoje, o ISM de serviços amanhã, o payroll na sexta-feira, o CPI potencialmente pressionado pelo Brent em 11 de setembro e, finalmente, a reunião do Fomc nos dias 16 e 17.
Bitcoin sobe a US$ 77.002 e recupera 0,2% desde a atualização anterior
O Bitcoin opera a US$ 77.002,00, o equivalente a R$ 400.325,70, com queda de 1,2% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço avançou 0,2%. A cotação permanece na metade inferior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 78.382,00.
A desvalorização semanal chega a 2,4%, e o preço atual fica 38,9% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 29,99 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,55 trilhão. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos, na faixa de ganância, contra 69 ontem.
As altcoins continuam sob pressão. O Ethereum cai 1,7% a US$ 2.397,68 e o Solana perde 2,7% a US$ 99,00. O XRP recua 2,7% a US$ 1,34 e o Dogecoin cai 1,3% a US$ 0,0815, enquanto o BNB fica estável a US$ 686,30.
Segundo a Coinpedia, o Bitcoin negocia próximo de US$ 77.000 após sair de uma fase prolongada de consolidação e buscar a região de US$ 81.000. A publicação aponta que uma movimentação decisiva acima de US$ 82.000 fortaleceria a estrutura de recuperação e colocaria US$ 85.000 a US$ 90.000 como próximos alvos.
Bitcoin em queda a US$ 76.879,00
Às 10h30, o Bitcoin era negociado a US$ 76.879,00 (R$ 399.686,23), com variação de -1,3% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior (há 29 minutos), o movimento foi de +0,3%.
No intervalo de 24 horas, a cotação foi de US$ 76.298,00 na mínima a US$ 78.382,00 na máxima. O valor atual está na metade inferior da faixa do dia. O volume negociado no período soma US$ 29,91 bilhões.
A capitalização do Bitcoin está em US$ 1,54 trilhão, o equivalente a 59,0% do mercado cripto. O preço segue 39,1% abaixo da máxima histórica, de US$ 126.080,00. O Índice de Medo e Ganância marca 63 pontos de 100, faixa de ganância, ante 69 ontem.
Entre as demais criptomoedas no mesmo horário: Ethereum (ETH) a US$ 2.387,33 (-2,3%), Solana (SOL) a US$ 98,33 (-3,5%), XRP a US$ 1,33 (-3,0%), BNB a US$ 684,56 (-0,2%).
Bitcoin recua a US$ 76.622 e perde 0,4% desde a última atualização
Às 10h00, o Bitcoin opera a US$ 76.622,00, o equivalente a R$ 398.350,12, com desvalorização de 1,7% nas últimas 24 horas. O preço recuou 0,4% desde a atualização anterior, mas avançou 0,2% na última hora. O valor atual está na metade inferior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 78.382,00.
A queda de 2,5% em sete dias mantém o preço 39,2% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,54 trilhão, com dominância de 59,1% sobre o mercado cripto, cujo valor total recuou 4,3% e está em US$ 2,60 trilhões. O volume negociado em 24 horas atingiu US$ 29,99 bilhões.
As altcoins seguem sob pressão. O Ethereum cai 2,8% a US$ 2.376,42 e o Solana perde 4,2% a US$ 97,63. O XRP recua 3,8% a US$ 1,32, o Dogecoin cai 2,1% a US$ 0,0808 e o BNB tem queda menor, de 0,6% a US$ 682,65. O Índice de Medo e Ganância recuou de 69 ontem para 63 pontos.
Segundo a CoinGape, o Bitcoin perdeu força após não conseguir sustentar o momento acima de US$ 80.000. A publicação aponta que o suporte mais próximo está na zona de US$ 75.000, e um fechamento de quatro horas abaixo desse nível levaria o preço à área de US$ 68.000. O Relative Strength Index caiu para 33,97, próximo do nível de sobrevenda em 30.
Bitcoin sobe a US$ 76.966 e reduz queda de 24h para 1,3%
Às 09h30, o Bitcoin opera a US$ 76.966,00, o equivalente a R$ 400.138,54. O preço avançou 0,2% desde a atualização anterior e 0,2% na última hora, mas ainda acumula queda de 1,3% em 24 horas e de 2,5% em sete dias. O valor atual está na metade inferior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 78.382,00.
A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,55 trilhão, com dominância de 59,1% sobre o mercado cripto. O valor total do setor recuou 4,0% e está em US$ 2,61 trilhões. O volume negociado em 24 horas atingiu US$ 30,73 bilhões, e o preço atual fica 38,9% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00.
As altcoins seguem em queda. O Ethereum cai 2,8% a US$ 2.385,86, o Solana perde 3,9% a US$ 98,28 e o XRP recua 3,6% a US$ 1,33. O BNB tem queda menor, de 0,3% a US$ 684,74, e o Dogecoin cai 1,9% a US$ 0,0813. O Índice de Medo e Ganância recuou de 69 ontem para 63 pontos.
Segundo a Crypto Daily, a GoMining Academy lançou um terceiro curso gratuito sobre blockchain e criptomoedas, ampliando a plataforma além do tema mineração de Bitcoin. O novo programa tem cerca de 80 minutos de conteúdo e já faz parte de uma academia que reúne mais de 740 mil estudantes.
Bitcoin sobe 0,5% desde a última atualização e fica em US$ 76.814, mas segue no campo negativo
O Bitcoin opera a US$ 76.814,11, o equivalente a R$ 399.348,88, com desvalorização de 1,6% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço subiu 0,5%. O valor atual está na metade inferior da faixa do dia, entre a mínima de US$ 76.298,00 e a máxima de US$ 78.382,00.
A queda de 2,3% em sete dias mantém o preço 39,1% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,54 trilhão, com dominância de 59,0% sobre o mercado cripto, cujo valor total recuou 4,2% e está em US$ 2,60 trilhões. O Índice de Medo e Ganância caiu de 69 ontem para 63 pontos, mas ainda indica ganância.
As altcoins continuam sob pressão. O Ethereum cai 3,2% a US$ 2.380,64 e o Solana perde 4,1% a US$ 98,07. O XRP recua 4,2% a US$ 1,32, o Dogecoin cai 2,4% a US$ 0,0812 e o BNB tem queda menor, de 0,5% a US$ 683,77.
Segundo a Crypto.News, a Bitfinex Securities listou cinco produtos tokenizados ligados a empresas de tesouraria de Bitcoin, incluindo ações da Strategy, Metaplanet, H100 e Capital B. Os produtos foram emitidos na rede Liquid e aprovados pelo regulador de ativos digitais de El Salvador.
Bitcoin cai a US$ 76.417 e se aproxima da mínima do dia enquanto mercado cripto recua 4,5%
Às 08h30, o Bitcoin opera a US$ 76.417,00, o equivalente a R$ 397.284,34, com desvalorização de 2,0% nas últimas 24 horas. O preço recuou 0,2% desde a atualização anterior e 0,1% na última hora, mantendo-se perto da mínima do dia, de US$ 76.298,00. A máxima das últimas 24 horas ficou em US$ 78.382,00.
A queda de 2,3% em sete dias afasta o preço em 39,4% da máxima histórica de US$ 126.080,00. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,53 trilhão, com dominância de 59,0% sobre o mercado cripto, cujo valor total caiu 4,5% e está em US$ 2,59 trilhões. O volume negociado em 24 horas atingiu US$ 29,63 bilhões.
As altcoins seguem sob pressão. O Ethereum cai 3,4% a US$ 2.371,68 e o Solana perde 4,5% a US$ 97,60. O XRP recua 4,5% a US$ 1,32, o Dogecoin cai 2,6% a US$ 0,0807 e o BNB tem queda menor, de 0,7% a US$ 681,33. O Índice de Medo e Ganância recuou de 69 ontem para 63 pontos.
Segundo a Crypto.News, os rendimentos dos títulos do Reino Unido atingiram o maior nível em 18 anos, com a taxa de 10 anos a 5,268%. A ex-primeira-ministra Liz Truss alertou que o aumento da dívida pode forçar cortes de emergência nos gastos do governo britânico.
Bitcoin cai a US$ 76.548 e se aproxima da mínima do dia com mercado cripto no vermelho
O Bitcoin opera a US$ 76.548,00, o equivalente a R$ 397.965,40, com desvalorização de 1,9% nas últimas 24 horas. O preço atual está perto da mínima do dia, de US$ 76.454,00, enquanto a máxima ficou em US$ 78.382,00. O recuo de 0,1% na última hora se soma à queda de 2,5% em sete dias.
A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,54 trilhão, e a dominância sobre o mercado cripto está em 59,0%. O valor total do setor caiu 3,5% e está em US$ 2,60 trilhões. O volume negociado em 24 horas atingiu US$ 29,38 bilhões, e o preço atual fica 39,3% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00.
As altcoins aprofundam as perdas. O Ethereum cai 3,5% a US$ 2.369,70, o Solana perde 4,2% a US$ 98,01 e o XRP recua 4,3% a US$ 1,32. O BNB tem queda menor, de 0,7% a US$ 681,73, e o Dogecoin cai 2,7% a US$ 0,0806. O Índice de Medo e Ganância recuou de 69 ontem para 63 pontos.
Segundo a Bitcoin.com News, a Cryptoquant detectou que carteiras com mais de 100 BTC compraram cerca de 60.000 BTC entre 1º e 30 de agosto, enquanto investidores menores venderam aproximadamente 47.000 BTC no mesmo período. A análise do analista Woo Minkyu aponta que a acumulação pelas maiores carteiras se intensificou após o Bitcoin romper a faixa de US$ 62.000 a US$ 65.000 em 19 de agosto.
Bitcoin cai a US$ 76.605 e Medo e Ganância perde pontos
O Bitcoin recuou a US$ 76.605,00, o equivalente a R$ 398.261,73, com desvalorização de 1,8% nas últimas 24 horas. Desde a atualização anterior, há 29 minutos, o preço caiu 0,1%.
A dominância do Bitcoin sobre o mercado cripto está em 59,1%, e a capitalização total do setor soma US$ 2,60 trilhões, com queda de 3,4% no mesmo período. O Índice de Medo e Ganância caiu de 69 ontem para 63 pontos, mas ainda reflete ganância.
As altcoins aprofundam as perdas. O Ethereum cai 3,5% a US$ 2.370,52 e o Solana perde 3,8% a US$ 98,36. O XRP recua 3,8% a US$ 1,32, o Dogecoin cai 2,3% a US$ 0,0808 e o BNB tem queda menor, de 0,5% a US$ 683,15.
Segundo a U.Today, a empresa japonesa Remixpoint liquidou todo seu portfólio de altcoins em 1º de setembro e passou a deter exclusivamente Bitcoin. A companhia vendeu milhões em XRP, Ethereum, Solana e Dogecoin e registrou lucro líquido de ¥117,77 milhões com a operação.
Bitcoin fica estável perto da mínima do dia após queda de 1,6%
O Bitcoin opera a US$ 76.684,00, equivalente a R$ 398.672,45, nesta quarta-feira. A queda de 1,6% nas últimas 24 horas mantém o preço perto da mínima do dia, de US$ 76.454,00. A máxima ficou em US$ 78.382,00.
O recuo de 0,9% na última hora se soma à desvalorização de 2,7% em sete dias. O preço atual está 39,2% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080,00. O volume negociado em 24 horas soma US$ 28,92 bilhões, e a capitalização do Bitcoin está em US$ 1,54 trilhão.
As altcoins seguem sob pressão vendedora. O Ethereum cai 3,2% a US$ 2.374,62 e o Solana recua 3,3% a US$ 98,56. O XRP perde 3,0% a US$ 1,33, o BNB cai 0,4% a US$ 682,99 e o Dogecoin recua 1,9% a US$ 0,0808.
O Índice de Medo e Ganância recuou de 69 ontem para 63 pontos, permanecendo na zona de ganância. Segundo a BeInCrypto, um hard fork do Bitcoin entrou em vigor em 1º de setembro, mas mineradores, corretoras e traders ignoraram a atualização.
Bitcoin recua a US$ 76.656 e se aproxima da mínima do dia
Às 06h57 desta quarta-feira, 2 de setembro de 2026, o Bitcoin opera a US$ 76.656,00, equivalente a R$ 398.526,88. A queda de 1,6% nas últimas 24 horas coloca o preço perto da mínima do dia, de US$ 76.454,00, enquanto a máxima ficou em US$ 78.382,00.
O movimento de baixa também aparece na última hora, com recuo de 0,9%, e se acumula em 2,7% ao longo de sete dias. A capitalização do Bitcoin soma US$ 1,54 trilhão, com dominância de 59,1% sobre o mercado cripto, cujo valor total caiu 3,3% e está em US$ 2,60 trilhões.
As principais altcoins acompanham a pressão vendedora. O Ethereum cai 3,2% a US$ 2.373,47, o Solana recua 3,3% a US$ 98,64 e o XRP perde 3,0% a US$ 1,33. O BNB tem queda menor, de 0,5% a US$ 682,81, e o Dogecoin cai 1,9% a US$ 0,0809.
O Índice de Medo e Ganância recuou de 69 para 63 pontos, mas segue na zona de ganância. Segundo a Coinpedia, o Bitcoin SV tenta segurar suporte na média de 200 dias após forte tendência de baixa em 2026, com previsões de recuperação gradual até 2030.
Bitcoin em queda de 2% voltando para US$ 76 mil
O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta quarta-feira, 02/09/2026, está cotado em R$ 397.291,47. O BTC recuou quase 2% nas últimas 24h, mas ainda se mantém dentro do nível de lateralização entre US$ 75 mil e US$ 80 mil.

Observando o cenário macroeconômico, André Franco, fundador da Boost Research, destaca que os novos ataques americanos a alvos iranianos empurraram o Brent acima de US$ 95 o barril e reacenderam o temor inflacionário no pregão de terça-feira: o Dow Jones caiu 0,79%, ou 419 pontos, para 52.766,88, o S&P 500 recuou 0,71%, para 7.631,47, e o Nasdaq cedeu 1,03%, para 26.099,77.
Além disso, ele aponta que os dados do dia não ajudaram: o ISM industrial caiu de 55,6 em julho para 54,6 em agosto, contra expectativa de 55,8, e o Jolts mostrou 7,27 milhões de vagas abertas em julho. O juro do título americano de dez anos subiu três pontos-base, para 4,78%, maior nível desde janeiro de 2025, enquanto o japonês de dez anos tocou 3%, algo que não acontecia desde 1996. No FedWatch do CME, a probabilidade de alta de juros na reunião de 15 e 16 de setembro está em torno de 66%.
“Já o Bitcoin apresenta expectativa de curto prazo neutra a levemente negativa. O ativo cede 0,9% em 24 horas e 2,1% em sete dias, ainda que mantenha alta de 23,5% em 30 dias. O suporte de US$ 77,6 mil apontado ontem foi perdido na terça-feira, quando o preço marcou mínima de US$ 76.420, e nesta manhã a oscilação fica entre US$ 76.718 e US$ 77.792.
A faixa provável passa a ser de US$ 76 mil a US$ 79,3 mil, com a máxima de terça, em US$ 79.221, como primeira resistência, e a média móvel de 50 semanas, perto de US$ 81.085, mantida como teto da faixa maior. O ether é negociado a US$ 2.415, com queda de 1,6%, e a Solana perdeu os três dígitos, a US$ 99,73″, afirma.
Franco também pondera que o fluxo institucional voltou a sair. Os ETFs americanos de bitcoin registraram saída líquida de US$ 236,5 milhões na terça-feira, devolvendo a entrada de US$ 216,7 milhões da segunda, com patrimônio de US$ 97,1 bilhões; os de ether ficaram quase de lado, com US$ 11 milhões. O Medo e Ganância marca 63, ainda em ganância, contra 69 na terça, segundo o alternative.me.
Na Ásia, o fechamento de terça trouxe o Nikkei em queda de 0,15%, para 66.215,34 pontos, e o Hang Seng com recuo de 0,9%, para 25.329,73.
No Brasil, o PIB do segundo trimestre veio com alta de 0,5%, acima da projeção de 0,4%, com a agropecuária subindo 2,8% e o consumo das famílias recuando 0,4%. Hoje saem a produção industrial de julho às 9h, o emprego privado da ADP às 9h15 e o Livro Bege do Fed às 15h. O dólar roda em R$ 5,156 e o ouro está em US$ 4.323, e o payroll fecha a semana na sexta-feira.
Bitcoin análise técnica
O Bitcoin pode ampliar as perdas e recuar para a região de US$ 74 mil após não conseguir se sustentar acima dos US$ 80 mil. A projeção é do analista Petar Jaćimović, chefe do departamento educacional e de análises da FXCentrum, que apresentou uma estratégia baseada no gráfico de duas horas do BTC.
Na análise publicada pela FXStreet em 3 de agosto, Jaćimović observou que o Bitcoin realizou diferentes tentativas de avançar sobre os US$ 80 mil, mas não encontrou força suficiente para continuar a valorização. Para ele, esse comportamento indicou uma perda de impulso entre os compradores.
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O analista também identificou uma divergência no Índice de Força Relativa (RSI), indicador utilizado para medir a intensidade dos movimentos de preço. Enquanto o Bitcoin registrava novas tentativas de alta, o indicador não acompanhava o avanço na mesma proporção.
Após as tentativas de rompimento, o RSI se aproximou da marca de 30 pontos, região normalmente associada a uma pressão vendedora mais intensa. O Bitcoin também fechou abaixo da linha inferior do canal analisado por Jaćimović, reforçando a possibilidade de continuidade da correção.
O preço apresentou posteriormente uma recuperação limitada, seguida pela formação de uma nova mínima e por um retorno à região de US$ 77 mil. Segundo o analista, a reação compradora nesse nível não foi suficiente para alterar a estrutura de curto prazo.
“Os compradores estão enfrentando dificuldades na região dos US$ 80 mil. Nos últimos dias, o mercado não conseguiu superar esse patamar e, por isso, voltamos a considerar o movimento de baixa”, afirmou Jaćimović.
Ele também destacou que o Bitcoin vinha de uma recuperação com duração aproximada de cinco a seis dias, depois de um período mais longo de desvalorização. Em sua leitura, essa alta poderia representar uma recuperação temporária dentro de uma tendência mais ampla de baixa.
Analista projeta alvo principal em US$ 74 mil
O principal objetivo indicado por Jaćimović fica entre US$ 73.800 e US$ 74 mil. O analista calculou que essa faixa ofereceria uma relação de aproximadamente três unidades de retorno potencial para cada unidade de risco assumido na estratégia apresentada.
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O plano considerava uma proteção próxima de US$ 78 mil. Caso o preço avançasse acima dessa região, o cenário baixista de curto prazo perderia força e a estratégia precisaria ser reavaliada.
Antes do alvo principal, Jaćimović apontou US$ 75.550 como uma região que merece atenção. Esse nível corresponde a uma mínima formada durante a correção anterior e poderia provocar uma reação dos compradores.
Na avaliação do analista, a aproximação desse preço permitiria ajustar a estratégia, reduzir a exposição ou deslocar o nível de proteção para o ponto de entrada. O objetivo seria limitar eventuais perdas caso o Bitcoin recuperasse força depois de testar o suporte.
Se a pressão vendedora se intensificasse, os alvos seguintes estariam entre US$ 72 mil e US$ 71 mil. Nesse cenário, a relação entre o retorno potencial e o risco inicial poderia chegar a 4,5 ou até seis vezes, segundo os cálculos apresentados.
A projeção representa uma leitura técnica de curto prazo e não garante que o Bitcoin alcançará os níveis mencionados. Mudanças no volume, no ambiente macroeconômico e na demanda por criptoativos podem invalidar o cenário ou provocar oscilações diferentes das antecipadas pelo analista.
Portanto, o preço do Bitcoin em 02 de setembro de 2026 é de R$ 397.291,47. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0025 BTC e R$ 1 compram 0,0000025 BTC.
As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 02 de setembro de 2026, são:Falcon Finance (FF), Filecoin (FIL) e Kite (KITE), com altas de 29%, 14% e 12% respectivamente.
As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 02 de setembro de 2026, são: Dash (DASH), Canton (CC) e Official Trump (TRUMP), com quedas de -7%, -6% e -5% respectivamente.

