Criptojacking – malwares maliciosos que mineram criptomoedas

A atividade de mineração de criptomoedas de forma maliciosa é conhecida como “criptojacking”.

Trata-se de uma das ameaças online mais emergentes da atualidade, pois a prática maliciosa pode ser realizada em qualquer tipo de dispositivo conectado à internet.

Dezenas de milhares de dispositivos infectados

De acordo com a empresa analista Atlas VPN, no primeiro semestre de 2021 foram identificados mais de 74.400 dispositivos eletrônicos infectados com programas de criptojacking.

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Esses aplicativos de criptojacking mineram criptomoedas em dispositivos eletrônicos sem que o usuário perceba.

O objetivo destes aplicativos não é o de danificar um dispositivo eletrônico apesar de torná-lo mais lento e mais dispendioso.

Mas sim o de minerar criptomoedas.

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E também podem furtar os dados das vítimas e as deixar mais suscetíveis a crimes cibernéticos futuros.

De acordo com a Atlas VPN os dispositivos que mais sofrem ataques são os computadores de mesa e notebooks.

Demais dispositivos, como os dispositivos móveis, podem superaquecer e simplesmente fundir ou queimar.

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Malwares de criptojacking

O malware MalXMR é considerado o mais utilizado para a prática de criptojacking.

Mais da metade dos dispositivos infectados possuíam este malware instalado.

O programa explora uma vulnerabilidade do Windows por meio do exploit EternalBlue e assim minera criptomoedas.

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O segundo mais comumente utilizado é o CoinMiner.

O CoinMiner falsifica aplicativos licenciados de fontes não oficiais e os usa forjando serem oficiais.

E o terceiro malware mais encontrado foi o Monero ToolXMR.

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Este programa minera criptomoeda e a envia diretamente para a carteira do invasor.

Parte destes aplicativos podem ser encontrados em plataformas de download na web camuflados como sendo outros programas, e em “stores” tipo Google Play e Apple Store.

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Redator da Revista Bitnotícias
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