EUA – Criptoativos – Regulamentação, não proibição

Após as novas proibições e limitações aos criptoativos na China os Estados Unidos viram a oportunidade de expandirem um dos mercados tecnológicos mais emergentes da atualidade: o criptográfico.

Para tanto, regulamentar e rápido este vasto mercado é o melhor caminho.

Tudo pelo Yuan digital

A China saiu dos tons de ameaça e partiu definitivamente para mais um ato autoritário.

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Ao praticamente banir o comércio com criptoativos, o país oriental retrocede tecnologicamente e ruma agora um caminho sombrio onde grandes empresas e muito dinheiro evadiram do local em busca de ares econômicos mais libertários.

Enquanto o mundo empreende em tecnologia blockchain e busca a sua regulamentação, a China foca no Yuan digital e assim cerceia suas próprias oportunidades.

Não por menos a Europa assumiu a liderança como polo econômico criptográfico e os Estados Unidos, através do Federal Reserve (FED), tratou logo DE acalmar os ânimos do mundo declarando ir na contramão do autoritarismo chinês.

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Resposta do FED

Na semana que se passou o presidente do FED, Jerome Powell, falou perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes sobre como os Estados Unidos pensam sobre os criptoativos.

A resposta ao mundo criptográfico em detrimento às ações chinesas foi: O FED não tem nenhuma intenção em banir os criptoativos.

Muito pelo contrário, a Entidade pensa em regulamentação e o mais rápido possível para que empresas e instituições financeiras diversas possam usufruir de forma Legal e autônoma deste ecossistema.

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Vamos regulamentar as stablecoins

Uma das preocupações do FED são as stablecoins.

Powell disse que este meio precisa de uma ampla cadeia regulatória.

Para o presidente do FED, “as stablecoins são como fundos do mercado monetário. Elas são como depósitos bancários, mas estão, em certa medida, fora do escopo regulatório”.

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E é apropriado que sejam regulamentadas. Mesma atividade, mesmos regulamentos

Jerome Powell

Powell tem a mesma fala do presidente da SEC americana, Gary Gensler, que preconiza a preocupação com os investidores.

De acordo com Powell, as reservas de lastro das stablecoins merecem atenção.

O FED está preocupado com o crescimento deste mercado, que tende a ser expandido consideravelmente.

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De fato, por se tratar de moedas digitais há uma maior aceitação da população que já utiliza os meios digitais para realizar os mais diversos tipos de transações financeiras.

O problema obviamente é que o Estado sabe que as stablecoins são privadas, e assim há uma concorrência com o monopólio estatal do controle do dinheiro.

Tais segmentos estão se dissipando de forma incontrolável e o Estado está sucumbindo a esta nova modalidade financeira e econômica.

Não por menos o Estado está correndo atrás de sua moeda digital do Banco Central, uma vez que se não o fizer o mercado privado e eventualmente descentralizado o fará.

Ademais, as exchanges de criptoativos, principalmente as descentralizadas estão minando a força econômica dos investimentos bancários, e o Estado sempre foi extremamente socorrista das instituições financeiras habituais.

E também há o mercado de renda variável habitual que está perdendo um pouco de seu espaço para uma gama de empresas novas que estão surgindo nas mais dinâmicas e importantes áreas da sociedade atual.

A principal delas, a digitalização dos dados ou big data.

Assim, a tecnologia blockchain é extremamente inovadora, mas ela sempre será inseparável dos criptoativos.

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Redator da Revista Bitnotícias
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