Strive mira US$ 150 milhões para turbinar reservas em Bitcoin e reestruturar seu balanço patrimonial

Strive mira US$ 150 milhões para turbinar reservas em Bitcoin e reestruturar seu balanço patrimonial
  • Crescimento agressivo da Strive impulsiona reservas corporativas de Bitcoin.
  • Oferta fortalece balanço e reduz dívidas estratégicas rapidamente.
  • Estratégia híbrida posiciona Strive entre líderes em exposição ao BTC

A Strive, Inc. (Nasdaq: SATA) deu um passo decisivo ao anunciar uma oferta subsequente de US$ 150 milhões em ações preferenciais perpétuas. A empresa quer reforçar seu caixa, reduzir dívidas antigas e, sobretudo, ampliar um dos maiores tesouros corporativos de Bitcoin do mercado global.

A operação usa as Ações SATA, que possuem taxa variável, e direciona os recursos para três prioridades essenciais. A direção da companhia afirma que essa estratégia cria uma base financeira mais estável e prepara a Strive para uma expansão mais agressiva em 2026.

Reforço do caixa e expansão das reservas de Bitcoin

A Strive pretende usar parte dos recursos para pagar passivos existentes, incluindo notas conversíveis emitidas pela Semler Scientific e financiamentos contratados com a Coinbase Credit. Assim, a empresa reduz pressões financeiras e melhora a saúde do balanço.

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Outra parte significativa do capital será usada para comprar mais Bitcoin, alinhando-se à política de tratar o BTC como um ativo central de tesouraria. A empresa afirma que essa visão de longo prazo aumenta a resiliência e amplia o potencial de valorização futura.

Além disso, os recursos restantes garantirão mais flexibilidade operacional, permitindo que a companhia mantenha ritmo acelerado de expansão em seus segmentos tradicionais.

Strive pode superar tesla e entrar no top 11 global

A oferta ocorre logo após os acionistas aprovarem a aquisição da Semler Scientific. Quando concluída, a transação deve adicionar mais de 5.000 BTC ao caixa da Strive, elevando o total para 12.798 BTC.

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Nesse nível, a empresa ultrapassaria nomes como Tesla e Trump Media & Technology Group, tornando-se a 11ª maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo. Esse salto projeta a Strive para o seleto grupo de empresas que tratam o Bitcoin como reserva estratégica, e não como uma aposta especulativa.

As Ações SATA pagam dividendos anuais flutuantes de 12,25%, com repasses mensais. A estrutura busca atrair investidores que valorizam renda estável, enquanto preserva a flexibilidade da companhia, já que os papéis não têm vencimento.

Em paralelo, a Strive negocia trocas privadas de dívida por ações. Esse movimento não levanta novo capital, mas reduz imediatamente o endividamento da subsidiária Semler, o que pode diminuir a necessidade de captação adicional na oferta pública.

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Mesmo com a forte aposta em Bitcoin, a empresa mantém seu crescimento no mercado tradicional. A Strive Asset Management, fundada por Vivek Ramaswamy, administra mais de US$ 2,3 bilhões em ETFs e outros produtos.

A nova oferta reforça a estratégia híbrida da companhia, unir gestão de ativos com uma postura ousada no mercado de criptomoedas. Caso a operação avance como planejado, a Strive deve se consolidar entre as empresas abertas com maior exposição ao Bitcoin no mundo.

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Entusiasta de criptomoedas e tecnologia, comecei minha jornada com consoles no Nintendo 64. Sempre explorando novos gadgets e tecnologias inovadoras. Nos momentos livres, meu maior hobby é jogar futebol.
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