BitNotíciasBitNotícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Regulação
  • Web3
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Criptomoedas com Potencial
    • Memecoins
    • Inteligência Artificial
  • Guias
    • Passo a Passo para Iniciantes
    • Melhor Hard Wallet
    • Melhor Carteira de Criptomoedas
    • Melhor Cartão Cripto
    • Melhor Corretora de Criptomoedas
    • Como Comprar Criptomoedas
    • Glossário
  • Análises
    • Cartões
    • Carteiras
    • Corretoras
Você está lendo: Tokens RWA vão bombar em 2026 e mudar o crédito no Brasil
Compartilhe
BitNotíciasBitNotícias
Pesquise:
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Regulação
  • Web3
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Criptomoedas com Potencial
    • Memecoins
    • Inteligência Artificial
  • Guias
    • Passo a Passo para Iniciantes
    • Melhor Hard Wallet
    • Melhor Carteira de Criptomoedas
    • Melhor Cartão Cripto
    • Melhor Corretora de Criptomoedas
    • Como Comprar Criptomoedas
    • Glossário
  • Análises
    • Cartões
    • Carteiras
    • Corretoras
BitNotícias nas Redes:
© 2019 – 2024 BitNotícias. Todos os direitos reservado
Início > Notícias > Tokens RWA vão bombar em 2026 e mudar o crédito no Brasil
Notícias

Tokens RWA vão bombar em 2026 e mudar o crédito no Brasil

Por Luciano Rodrigues
Atualizado em: 02/01/2026
Compartilhe
Cardano lança roteiro com liquidez de US$ 50 milhões para stablecoins, DeFi e RWA
Compartilhe
  • Tokenização de duplicatas pode liberar até R$ 7 trilhões em crédito
  • Modelo híbrido une blockchain e infraestrutura financeira regulada
  • PMEs ganham liquidez, competição e acesso a investidores globais

O mercado brasileiro de tokens lastreados em ativos reais (RWA) entrou em uma fase decisiva. Reguladores, empresas e infraestrutura financeira alinham movimentos que indicam forte expansão em 2026. Especialistas do setor projetam que a tokenização de recebíveis pode liberar até R$ 7 trilhões em crédito nos próximos anos. O avanço ocorre após mudanças regulatórias estruturantes.

No centro desse processo está o Banco Central do Brasil, que passou a dar sustentação jurídica a um novo modelo digital de crédito. A duplicata escritural, criada pela Lei 13.775/2018 e regulamentada pela Resolução 339/2023, mudou a base do mercado de recebíveis no país.

Desse modo, esse instrumento elimina o papel, substitui o boleto como prova de crédito e digitaliza todo o ciclo da duplicata, da emissão à liquidação. Hoje, o mercado de duplicatas movimenta cerca de R$ 11 trilhões por ano em vendas a prazo. Porém, apenas 27% desse volume vira garantia de crédito.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Assim, a diferença reflete insegurança jurídica, custos elevados e riscos de fraude do modelo cartular tradicional, ainda dominante no Brasil. De acordo com João Pirola, cofundador da AmFi, a tokenização resolve esse gargalo estrutural. A duplicata escritural nasce em ambiente digital autorizado, com validação centralizada e rastreabilidade completa. Ela se torna a “fonte da verdade” do crédito.

Empresas como a SPC Grafeno atuam como grandes cartórios digitais, garantindo unicidade e existência do ativo. A tokenização adiciona uma camada extra. Ela representa a duplicata como um token em blockchain, imutável, auditável e transparente. Com isso, surgem funcionalidades inéditas no crédito tradicional. A duplicata pode ser fracionada, transferida instantaneamente e liquidada de forma automática.

Mercado de tokens RWA

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Tokens RWA no Brasil

Esse modelo muda a dinâmica do mercado financeiro. A agenda centralizada permite que múltiplos agentes avaliem o mesmo recebível simultaneamente. Como resultado, cresce a competição entre financiadores, o que tende a pressionar juros para baixo e ampliar o acesso ao crédito.

Pequenas e médias empresas estão entre as principais beneficiadas. Antes invisíveis ao mercado financeiro, elas passam a competir em igualdade de condições. A tokenização também reduz custos. Processos manuais, borderôs e validações repetidas deixam de existir, aumentando a eficiência operacional.

Outro avanço relevante envolve a automação de recebíveis futuros. Contratos de capital de giro passam a capturar novas duplicatas automaticamente. Esse efeito cria previsibilidade de caixa e reduz riscos, algo essencial para empresas com margens apertadas e crescimento acelerado.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Assim, o  modelo brasileiro, porém, não rompe com o sistema atual. Ele adota uma estrutura híbrida, combinando blockchain e instituições reguladas. Escrituradoras, registradoras e depositárias seguem como pilares do sistema financeiro. A inovação ocorre por cima dessa base consolidada.

Além disso, as escrituradoras emitem o ativo digital, validam documentos fiscais e mantêm o histórico completo de titularidade e eventos. As registradoras formalizam cessões, publicizam contratos e garantem efeitos jurídicos como gravames e ônus.

Já as depositárias asseguram a custódia dos ativos regulados, com respaldo da CVM e integração crescente ao blockchain. A tokenização atua como camada de interoperabilidade, automatizando liquidação, gestão de colateral e distribuição de rendimentos via smart contracts.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mas o que isso significa?

Assim, na prática, as operações se tornam mais rápidas, transparentes e seguras, sem abrir mão da conformidade regulatória. Na AmFi, esse modelo já saiu do papel. A empresa estruturou mais de R$ 2,5 bilhões em ativos tokenizados. De acordo com Pirola, o sistema permitiu que originadores menores acessassem capital de investidores globais, algo inviável no modelo tradicional.

O cronograma regulatório reforça essa tendência. Testes homologatórios seguem até março de 2026. Ao longo de 2026, o mercado deve operar em sandbox regulatório, com produção assistida e ajustes técnicos. A obrigatoriedade escalonada está prevista para março de 2027, consolidando o novo padrão no mercado brasileiro.

Não é mais especulação: as previsões dos maiores players do mundo para o mercado cripto em 2026
Bitfarms abandona América Latina e aposta em IA com venda de usina no Paraguai
2026 muda tudo: governos começam a rastrear criptomoedas globalmente
Mercado cripto em 2026: por que o próximo ciclo será de consolidação, não de euforia
Super app cripto à vista: Coinbase planeja integrar finanças, social e mercados em 2026
TagsCriptoativosCriptomoedasRWA
Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link
Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
Siga:
Jornalista, assessor de comunicação e escritor. Escreve também sobre cinema, séries, quadrinhos, já publicou dois livros independentes e tem buscado aprender mais sobre criptomoedas, o suficiente para poder compartilhar o conhecimento.
Publicidade

Últimas Notícias

Bitcoin já estaria em Bear Market e pode cair a US$ 56 mil em 2026
Bitcoin já estaria em Bear Market e pode cair a US$ 56 mil em 2026
3 min
Sem rali, sem fôlego: Ethereum fecha Q4 no vermelho e pressiona expectativas para 2026
Sem rali, sem fôlego: Ethereum fecha Q4 no vermelho e pressiona expectativas para 2026
3 min
US$ 2,2 bilhões roubados: 2025 entra para a história como o ano dos maiores hacks cripto
US$ 2,2 bilhões roubados: 2025 entra para a história como o ano dos maiores hacks cripto
3 min

Destaque

  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Regulação
  • Tecnologia
  • Web3
  • Eventos

Reviews

  • Cartões
  • Wallets
  • Exchanges

Guias

  • Investir Agora
  • Comprar Criptomoedas
  • Melhores Corretoras
  • Carteira de Criptomoedas
  • Cartões de Criptomoedas
  • Glossário

Tudo Sobre

  • Bitcoin
  • Ethereum
  • Polygon
  • Solana
  • Mineração
  • Web3

Sobre Nós

  • MediaKit
  • Quem Somos
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Contato
Cookie Settings
BitNotícias nas Redes:
© 2019 – 2025 BitNotícias. Todos os direitos reservado
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?