BitNotíciasBitNotícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Regulação
  • Web3
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Criptomoedas com Potencial
    • Memecoins
    • Inteligência Artificial
  • Guias
    • Passo a Passo para Iniciantes
    • Melhor Hard Wallet
    • Melhor Carteira de Criptomoedas
    • Melhor Cartão Cripto
    • Melhor Corretora de Criptomoedas
    • Como Comprar Criptomoedas
    • Glossário
  • Análises
    • Cartões
    • Carteiras
    • Corretoras
Você está lendo: Mesmo com US$ 60 bilhões em ativos digitais, ETFs cripto rendem só 1,75% da receita da BlackRock
Compartilhe
BitNotíciasBitNotícias
Pesquise:
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Regulação
  • Web3
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Criptomoedas com Potencial
    • Memecoins
    • Inteligência Artificial
  • Guias
    • Passo a Passo para Iniciantes
    • Melhor Hard Wallet
    • Melhor Carteira de Criptomoedas
    • Melhor Cartão Cripto
    • Melhor Corretora de Criptomoedas
    • Como Comprar Criptomoedas
    • Glossário
  • Análises
    • Cartões
    • Carteiras
    • Corretoras
BitNotícias nas Redes:
© 2019 – 2024 BitNotícias. Todos os direitos reservado
Início > Mercado > Mesmo com US$ 60 bilhões em ativos digitais, ETFs cripto rendem só 1,75% da receita da BlackRock
Mercado

Mesmo com US$ 60 bilhões em ativos digitais, ETFs cripto rendem só 1,75% da receita da BlackRock

Por Maicom Henrique
Atualizado em: 01/05/2026
Compartilhe
Mesmo com US$ 60 bilhões em ativos digitais, ETFs cripto rendem só 1,75% da receita da BlackRock
Compartilhe
  • BlackRock gerou US$ 42 mi com ETFs cripto no Q1, apenas 1,75% da receita total
  • Ativos cripto caíram de US$ 78,4 bilhões para US$ 60,6 bi com queda de preços
  • IBIT mantém US$ 61,7 bi sob gestão cobrando taxa de 0,25% ao ano

A BlackRock faturou US$ 42 milhões no primeiro trimestre de 2026 com seus produtos de criptomoedas, número que representa apenas 1,75% da receita total de ETFs da gestora apesar dos fundos controlarem US$ 60,7 bilhões em ativos digitais.

Os dados revelam o desafio de monetização enfrentado pela maior gestora do mundo. Mesmo administrando 1,11% de todos os ativos em ETFs da empresa, os produtos cripto geraram receita proporcionalmente maior devido às taxas mais elevadas – 24,8 pontos-base anualizados contra 17,2 pontos-base do complexo geral de ETFs.

A queda brutal nos preços impactou diretamente os ganhos. Os ativos digitais da BlackRock despencaram de US$ 78,4 bilhões no fim de 2025 para US$ 60,6 bilhões em março, uma perda de mercado de quase US$ 18,7 bilhões. Apenas US$ 935 milhões em novos aportes entraram durante o trimestre, insuficientes para compensar a desvalorização.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Dependência extrema do preço do Bitcoin

O IBIT, principal ETF de Bitcoin da BlackRock, controla atualmente cerca de US$ 61,7 bilhões em ativos líquidos cobrando taxa anual de 0,25%. Com esse volume, o produto sozinho implicaria receita anualizada de aproximadamente US$ 152,9 milhões mas a volatilidade dos preços torna qualquer projeção incerta.

A matemática é implacável, para os produtos cripto representarem 5% da receita de ETFs da BlackRock (cerca de US$ 120,3 milhões por trimestre), seria necessário alcançar US$ 194 bilhões em ativos médios mantendo o rendimento atual. Se a competição forçar redução de taxas para 20 pontos-base, o montante necessário sobe para US$ 240,6 bilhões.

No cenário otimista, com recuperação de preços e ampliação da adoção por consultores financeiros, os ativos médios poderiam chegar a US$ 140 bilhões gerando receita trimestral de US$ 84 milhões. Ainda assim, representaria apenas 3,5% do faturamento total com ETFs da gestora.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Guerra de taxas já começou

A competição se intensifica rapidamente. Morgan Stanley lançou em abril o MSBT cobrando apenas 0,14% de taxa – 11 pontos-base abaixo do IBIT. Charles Schwab anunciou que oferecerá negociação direta de Bitcoin e Ethereum para clientes de varejo cobrando 75 pontos-base por operação.

Goldman Sachs protocolou pedido para um ETF de Bitcoin focado em geração de renda através de opções, buscando diferenciação além da exposição simples ao ativo. A estratégia indica o caminho futuro: produtos mais sofisticados justificando taxas maiores.

Para investidores brasileiros, a corrida por menores taxas em ETFs pode significar acesso mais barato à exposição internacional em cripto. Exchanges locais já sentem a pressão competitiva, especialmente com a possível entrada de produtos similares no mercado nacional.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Produtos diversificados tentam sustentar margens

Além do IBIT, a BlackRock opera o ETHA (Ethereum Trust) com mais de US$ 7 bilhões sob gestão e o recém-lançado ETHB (Staked Ethereum Trust) que já captou US$ 594,5 milhões. O ETHB oferece exposição ao Ethereum mais recompensas de staking, categoria que pode justificar taxas superiores.

Combinados, os três principais produtos cripto da gestora nos EUA controlavam US$ 68,8 bilhões no fim de abril, alta de 13,4% sobre março. O crescimento veio principalmente da recuperação parcial dos preços, não de novos aportes significativos.

A equação para o futuro passa por três variáveis críticas. Primeiro, os preços dos ativos digitais precisam se recuperar – uma queda de US$ 18 bilhões em um trimestre anula qualquer estratégia de crescimento orgânico. Segundo, a adoção institucional deve expandir além dos early adopters atuais. Terceiro, produtos com maior valor agregado como o ETHB precisam ganhar escala.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No cenário pessimista projetado pela própria análise do mercado, com preços fracos e primeira rodada de cortes de taxas, os ativos médios cairiam para US$ 50 bilhões gerando receita trimestral de apenas US$ 27,5 milhões. Nesse caso, cripto voltaria a representar meros 1,1% do faturamento de ETFs praticamente irrelevante no balanço da gigante.

A realidade atual mostra que mesmo a maior gestora do mundo ainda depende quase inteiramente da volatilidade do Bitcoin para monetizar sua aposta em cripto. Até que o volume de ativos cresça o suficiente para absorver oscilações de preço, cada trimestre será uma incógnita determinada mais pelo humor do mercado do que pela execução estratégica.

X
Siga o BitNotícias no X para notícias em tempo real
Carteiras antigas do Ethereum perdem US$ 800 mil em ataque misterioso
Oobit lança cartão Visa para agentes de IA gastarem USDT
ETFs de Bitcoin perdem US$ 225 milhões e ativos caem abaixo de US$ 100 bilhões
XRP pode surpreender com suporte em US$ 1,35 vira ponto-chave para novo rali
MARA fecha negócio de US$ 1,5 bilhão e prepara data center de IA para 2028
TagsBlackRockETFEthereum
Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link
Maicom Henrique
PorMaicom Henrique
Siga:
Entusiasta de criptomoedas e tecnologia. Sempre explorando novas tecnologias inovadoras. Nos momentos livres, gosto de jogar e assistir futebol.
Publicidade

Últimas Notícias

Banco Central veta uso de cripto em remessas internacionais
Banco Central veta uso de cripto em remessas internacionais
4 min
Banco Central proíbe stablecoins na modalidade eFX
3 min
Riot vende 500 BTC e mantém estratégia de liquidação em 2026
3 min

Destaque

  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Regulação
  • Tecnologia
  • Web3
  • Eventos

Reviews

  • Cartões
  • Wallets
  • Exchanges

Guias

  • Investir Agora
  • Comprar Criptomoedas
  • Melhores Corretoras
  • Carteira de Criptomoedas
  • Cartões de Criptomoedas
  • Glossário

Tudo Sobre

  • Bitcoin
  • Ethereum
  • Polygon
  • Solana
  • Mineração
  • Web3

Sobre Nós

  • Quem Somos
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Sitemap
  • Contato
Cookie Settings
BitNotícias nas Redes:
© 2019 – 2026 BitNotícias. Todos os direitos reservado
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?