- Rendimento on-chain chega ao Telegram com BTC, ETH e USDT
- Cofres oferecem até 18% ao ano em USDT
- Plataforma vira hub financeiro integrado com soluções DeFi
A Carteira do Telegram lançou um novo recurso de rendimento on-chain e passou a oferecer retornos diretos em Bitcoin, Ethereum e USDT dentro do próprio aplicativo. A novidade amplia o alcance da plataforma e fortalece sua posição no mercado global de finanças descentralizadas.
A atualização, divulgada pelo The Block, apresenta um sistema em formato de cofre que permite depósitos simples em estratégias on-chain. O usuário passa a gerar renda variável sem deixar a interface do Telegram, reforçando o foco em praticidade.
Recurso transforma a carteira em um Hub financeiro dentro do App
A expansão torna a área “Ganhar” muito mais completa e leva oportunidades de rendimento a mais de 100 milhões de usuários ativos. O movimento, portanto, transforma a carteira em um ponto central para operações de renda on-chain.
Os cofres abrangem três grandes ativos digitais, BTC, ETH e USDT. Cada depósito segue uma estratégia específica baseada em empréstimos descentralizados e mercados de liquidez.
A estratégia focada em USDT oferece rendimentos anualizados de até 18%. Esse retorno, portanto, nasce do Re7 USDT Morpho Vault, que utiliza infraestrutura da Morpho e TAC para fornecer liquidez aos mercados de maior rendimento.
A inclusão de cofres dedicados a BTC e ETH amplia o escopo de ganhos on-chain e coloca as duas maiores criptomoedas no centro do novo sistema. A mudança sinaliza avanço importante além das estratégias tradicionais com stablecoins.
A infraestrutura que sustenta o recurso depende da integração do ecossistema TON Wallet, incluindo Morpho, TAC e Re7. Os usuários acessam os cofres abrindo o bot @wallet, entrando na área “Ganhar” e selecionando o ativo desejado.
Históricos de rendimento mostram evolução constante do serviço
O Telegram vem expandindo a oferta de rendimento desde o início de 2025, quando apresentou rendimentos flexíveis em Toncoin por meio de staking. A iniciativa marcou a entrada firme da plataforma no setor de renda on-chain.
Em outubro de 2025, a carteira ampliou sua estratégia ao integrar o protocolo Affluent, oferecendo ganhos de até 3,5% ao ano em reservas de USDT. Esse movimento, assim, preparou o terreno para a expansão atual.
A nova atualização, prevista para fevereiro de 2026, representa salto expressivo no alcance e no retorno oferecido. Os rendimentos do USDT subiram para até 18% e BTC e ETH entraram no ecossistema pela primeira vez.
As melhorias recentes também tornaram a experiência mais accessible. Além disso, em 11 de fevereiro de 2026, a carteira habilitou depósitos entre blockchains via tecnologia MoonPay, facilitando o financiamento com ativos de redes como Ethereum, Solana e TRON.
Além de BTC, ETH e USDT, a carteira suporta Toncoin, Notcoin (NOT), DOGS e versões tokenizadas de ações e ETFs dos EUA. Essa variedade, portanto, amplia o apelo para usuários iniciantes e avançados.
A plataforma funciona com dois modelos. Há uma carteira com custódia, simples e voltada à praticidade, e uma carteira TON, pensada para quem busca auto custódia e interação profunda com o ecossistema TON.
Com a integração cada vez maior de ferramentas DeFi, o Telegram, portanto, transforma seu aplicativo em um ambiente que combina comunicação e serviços financeiros.
O novo sistema baseado em cofres, assim, reforça a tendência de trazer finanças on-chain para o cotidiano digital de milhões de pessoas.

