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Início > Notícias > Dificuldade de mineração de Bitcoin registra maior alta desde 2021
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Dificuldade de mineração de Bitcoin registra maior alta desde 2021

Por Luciano Rodrigues
Atualizado em: 22/02/2026
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Mineração de Bitcoin
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  • Dificuldade de mineração de Bitcoin sobe 15%, maior alta desde 2021.
  • Hashrate recupera 1 ZH/s após queda severa.
  • Mineradoras migram para IA devido aos baixos retornos.

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou a maior alta desde 2021, marcando um avanço de 15% e alcançando 144,4 trilhões (T). Esse salto chama atenção porque ocorre logo após uma queda pesada, relacionada à interrupção de operações nos Estados Unidos durante uma tempestade de inverno. No entanto, o novo ajuste mostra que a rede se recuperou rapidamente e mantém seu ritmo de validação de blocos, mesmo em um ambiente de mercado mais apertado.

O hashrate, indicador que reflete o poder computacional total conectado à rede, também passou por movimentos relevantes. Após cair para 0,7 ZH/s devido à queda no preço do Bitcoin, o poder de mineração voltou a subir e atingiu 1 ZH/s, consolidando uma recuperação parcial. Em 15 de fevereiro, ele ainda chegou a ultrapassar 1,24 ZH/s, embora desde então tenha mostrado tendência de baixa.

Esse ajuste de dificuldade acontece de forma automática a cada 2.016 blocos, sempre com o objetivo de manter o intervalo médio de dez minutos por bloco. Quando muitos mineradores entram na rede, a dificuldade aumenta; quando saem, ela diminui. Assim, o sistema preserva a regularidade do processo de mineração, independentemente das oscilações no hashrate.

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A queda registrada semanas atrás foi a mais intensa desde 2021. Naquela ocasião, a tempestade de inverno nos Estados Unidos forçou grandes operadores a desligar máquinas, reduzindo temporariamente o poder de computação global. Agora, com o clima mais estável, as máquinas voltaram a operar, e a dificuldade acompanhou esse retorno.

mineração de Bitcoin sobe

Mineração de Bitcoin

Para contextualizar o movimento recente, vale lembrar que o preço do Bitcoin atingiu seu recorde histórico em outubro do ano passado, chegando perto de US$ 126.500. Naquele período, o hashrate também bateu máximas, aproximando-se de 1,4 ZH/s. No entanto, a queda do preço para a faixa de US$ 60.000 em fevereiro puxou o hashrate para baixo, reduzindo a atividade de mineradores menos eficientes.

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Esse novo aumento de dificuldade significa custos maiores para os operadores. Mineradores agora precisam de máquinas mais modernas e energia mais barata para manter margem de lucro. Ainda assim, países como os Emirados Árabes Unidos seguem com forte presença no setor e chegaram a registrar US$ 344 milhões em ganhos não realizados com suas operações, mesmo no atual cenário.

Ao mesmo tempo, parte do setor busca alternativas para compensar as pressões de custo. Muitas empresas listadas em bolsa estão migrando parte significativa de sua infraestrutura para serviços de inteligência artificial e computação de alto desempenho (HPC). A Bitfarms, por exemplo, anunciou um reposicionamento de marca para reduzir sua associação direta ao Bitcoin e reforçar o foco em IA. Já a Riot Platforms recebeu pressão de investidores para ampliar a criação de centros de dados voltados para IA.

Dessa forma, a maior alta de dificuldade desde 2021 reforça que a rede permanece forte, mas também deixa claro que a mineração entra em uma fase mais exigente. A combinação de dificuldade elevada, preços mais instáveis e a ascensão da IA deve definir o próximo capítulo do setor, enquanto mineradores buscam eficiência e novos modelos de negócio em um mercado em transformação.

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TagsBitcoinCriptoativosCriptomoedas
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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação e escritor. Escreve também sobre cinema, séries, quadrinhos, já publicou dois livros independentes e tem buscado aprender mais sobre criptomoedas, o suficiente para poder compartilhar o conhecimento.
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