- Plataforma conecta passageiros, reduz custos com rotas compartilhadas e conta com criptomoedas
- Wallet cripto integrada aproxima usuários da Web3 naturalmente.
- Token oferece utilidade real e incentivos dentro do aplicativo.
Um empreendedor brasileiro lançou o DividiCar, aplicativo que reúne economia compartilhada, camada social de conexão entre usuários e tecnologia blockchain. Ele propõe um modelo descrito por parte do mercado como um “novo Uber com criptomoeda própria”.
A solução chega em um momento no qual o transporte urbano enfrenta desafios frequentes, especialmente em horários de alta demanda, grandes eventos e regiões com baixa oferta de deslocamento.
O aplicativo nasce com uma estratégia para aproximar usuários com rotas semelhantes antes mesmo da corrida acontecer. Isso permite que mais de uma pessoa compartilhe o custo de serviços tradicionais de transporte. Assim, o DividiCar atua como uma camada adicional sobre o ecossistema já existente. Ele não compete diretamente com os grandes aplicativos, mas oferece previsibilidade e redução de custos para quem enfrenta tarifas dinâmicas ou longos deslocamentos.
Esse modelo se apoia em uma camada social que funciona como um sistema de “match” semelhante ao de aplicativos de relacionamento, mas voltado exclusivamente à mobilidade. A conexão ocorre quando dois usuários aceitam dividir o trajeto. Além disso, ambos aprovam o perfil um do outro.
Essa dinâmica cria um ambiente mais seguro e transparente, já que o passageiro passa a escolher com quem dividirá o trajeto, visualizar avaliações e acompanhar compatibilidade de rota em tempo real.

Mobilidade com blockchain e criptomoedas
Além disso, o app promete reduzir cancelamentos, minimizar incertezas e aumentar a sensação de segurança em situações específicas. O foco recai sobre cenários comuns nas principais capitais brasileiras: saídas de shows, horários de tarifa dinâmica, trajetos longos e dificuldades de transporte em regiões periféricas. Nessas ocasiões, o custo individual muitas vezes inviabiliza o uso de aplicativos tradicionais. Por isso, a divisão se torna uma alternativa econômica e eficiente.
Outro diferencial decisivo é a presença de uma wallet cripto integrada, que funciona de forma totalmente nativa dentro do aplicativo. O usuário não precisa acessar plataformas externas para interagir com a blockchain. Isso ocorre porque cada conta é acompanhada de uma carteira digital automática. Segundo a equipe do projeto, a proposta é transformar o DividiCar em uma porta de entrada prática para o universo Web3. Assim, facilita o uso de blockchain por quem nunca teve contato com criptomoedas.
Essa wallet serve também como base para o token do ecossistema, projetado com quatro utilidades principais: pagamento de funcionalidades internas, cashback e recompensas, gamificação baseada em avaliações e incentivos por indicação. O objetivo é criar um ciclo de engajamento no qual a participação do usuário gera movimentação on-chain. Esse processo fortalece a comunidade e dá ao token uma utilidade real, não apenas especulativa.
Superapp em construção
O fundador do projeto, que acumula experiência em comunidades cripto e marketing digital, aposta em uma expansão acelerada. A estratégia mira o público amplo de mobilidade urbana. Com isso, atinge desde estudantes até profissionais que dependem de transporte diário. Caso o modelo escale como previsto, o aplicativo pode transformar-se em uma das maiores portas de entrada de novos usuários para a Web3 no Brasil. Isso geraria histórico on-chain legítimo, aumento orgânico de holders e maior transparência nas interações.
A visão de longo prazo, no entanto, vai além da divisão de corridas. O DividiCar se posiciona como um Super App em construção, inspirado em modelos chineses que concentram mobilidade, finanças, identidade digital e interações sociais em um único ambiente. A proposta inclui ampliar recursos financeiros e expandir funcionalidades integradas. Além disso, o app quer criar um ecossistema unificado baseado em economia colaborativa e blockchain.

