O projeto anunciado ontem (10), principalmente uma parceria entre o Laboratório Nacional de Tecnologia de Energia (NETL) do Departamento de Energia dos EUA (DOE) e a empresa de segurança Taekion, do Colorado, visa reduzir a capacidade dos cibercriminosos de comprometer aspectos da cadeia de fornecimento de energia.
O esforço, que vale US$ 1 milhão, utiliza blockchain para reforçar a segurança e impedir ataques remotos, como os que afligiram a rede da Ucrânia em 2016. Taekion está atualmente pesquisando como a tecnologia poderia aparecer em soluções adequadas, que seriam implantadas nas próprias usinas
“Informações precisas sobre o estado das operações da usina são fundamentais para a segurança da rede elétrica”, explica o comunicado de imprensa. Que continua:
“Por exemplo, um método de ataque cibernético envolve o comprometimento de um sistema para que ele pareça operacional quando foi na verdade desativado pelos hackers, deixando milhões sem energia […] Os aplicativos que estão sendo desenvolvidos no projeto gerenciado pelo NETL têm o potencial de impedir ataques, impedindo que hackers alterem as informações operacionais da planta. ”