- Solana perde força e risco de queda aumenta
- Suporte entre US$ 70 e US$ 75 é decisivo
- Analistas divergem entre acumulação e nova queda
A Solana (SOL) voltou ao centro das atenções do mercado após registrar uma queda expressiva e se aproximar de uma zona crítica de suporte. Agora, investidores monitoram cada movimento com cautela.
Nos últimos dias, o ativo perdeu força após recuar significativamente desde sua máxima histórica próxima de US$ 250, levantando dúvidas sobre o próximo movimento.
Atualmente, o preço está sendo negociado em US$ 81,94, enquanto analistas divergem sobre o cenário. Ainda assim, o risco de queda segue no radar.

Pressão aumenta e suporte entra em risco
O analista Crypto Patel avalia que a Solana enfrenta uma longa correção, acumulando uma queda de cerca de 77% desde o topo.
Segundo ele, o ativo agora testa uma zona técnica relevante, posicionada entre aproximadamente US$ 75 e US$ 45, considerada estratégica para entrada.
Além disso, Patel destaca a retração de Fibonacci de 0,618, localizada em torno de US$ 52,11, como um suporte importante no longo prazo.
Ao mesmo tempo, o gráfico mostra uma linha crítica próxima de US$ 74,72, que pode definir o comportamento imediato do preço.
Portanto, se a Solana perder essa região, o movimento pode acelerar a pressão vendedora no curto prazo.
Ainda assim, Patel adota uma visão contrária ao mercado e afirma que enxerga a queda como uma fase de acumulação, não de saída.
Ele também projeta cenários otimistas no longo prazo, com possíveis alvos em US$ 500 e até US$ 1.000.
No entanto, essas metas dependem de uma recuperação consistente, já que o preço ainda está bem abaixo da resistência entre US$ 200 e US$ 250.
Curto prazo aponta risco de queda até US$ 70
Enquanto isso, a análise de curto prazo traz um tom mais cauteloso. O canal More Crypto Online observa sinais claros de fraqueza.
De acordo com o gráfico de uma hora, a Solana rompeu uma linha de suporte ascendente, o que intensificou o movimento de baixa.
Com isso, o mercado passa a focar na próxima faixa de suporte relevante, localizada entre US$ 71,91 e US$ 77,91. Essa região agora se torna decisiva. Caso o preço não se sustente, o ativo pode avançar para níveis ainda mais baixos.
Segundo o analista, o movimento atual ainda pode representar uma onda 3 de baixa, geralmente marcada por forte pressão vendedora. Além disso, a quebra da linha de tendência ascendente reforça que o ímpeto comprador enfraqueceu.
Dessa forma, o cenário mais provável no curto prazo aponta para uma possível queda em direção à faixa dos US$ 70. Ainda assim, se os compradores reagirem nessa região, a Solana pode tentar uma recuperação técnica.
Por outro lado, enquanto o preço permanecer abaixo das resistências destacadas, o viés segue negativo no curto prazo.



