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Início > Mercado > Rússia parte pra cima dos EUA e congela US$ 372 milhões de bancos americanos
Mercado

Rússia parte pra cima dos EUA e congela US$ 372 milhões de bancos americanos

Por Luciano Rodrigues
Atualizado em: 04/10/2024
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Investimento de US$ 225 milhões impulsiona crescimento da Wormhole
Foto: Dall-e 3
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Na quarta-feira, o Tribunal Arbitral de Moscou decidiu congelar cerca de US$ 372 milhões pertencentes a bancos dos Estados Unidos com operações na Rússia, em um movimento que aumenta as tensões econômicas entre os dois países. A medida impacta diretamente o Bank of New York Mellon e o JP Morgan Chase Bank, instituições financeiras de grande relevância global, que agora enfrentam desafios relacionados aos seus ativos em território russo.

POLÍTICA

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A ação, solicitada pelo Procurador-Adjunto da Rússia, busca proteger os interesses da Federação Russa diante de uma disputa envolvendo a revogação da licença do MR Bank, subsidiária ucraniana do Sberbank.

O Banco Central da Ucrânia pretende liquidar o MR Bank até 2025, o que motivou o governo russo a adotar medidas contra reguladores ucranianos e bancos americanos, alegando que as ações violam os direitos do Sberbank e resultam na “expropriação” de sua propriedade.

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No centro do conflito está a alegação russa de que a revogação da licença e a futura liquidação do MR Bank impedem o Sberbank de supervisionar adequadamente sua subsidiária e, consequentemente, gerenciar os lucros derivados de suas operações internacionais. Isso afeta não apenas o banco, mas também o Estado russo, que deixa de acessar receitas geradas por essas operações, agravando ainda mais as tensões econômicas.

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Rússia

Os promotores russos agora buscam uma declaração judicial que reconheça que os fundos congelados — US$ 121 milhões em uma conta do JP Morgan Chase e US$ 251 milhões no Bank of New York Mellon — pertencem ao Sberbank. Essa movimentação representa um desafio jurídico significativo para os bancos americanos, que terão de lidar com a pressão política e econômica imposta pelo governo russo.

Essa medida também reflete a escalada das tensões entre a Rússia e os Estados Unidos no cenário geopolítico, com ambos os países buscando formas de pressionar um ao outro em diversas frentes, incluindo o setor financeiro. O congelamento de ativos americanos na Rússia pode ser visto como uma retaliação às sanções e restrições financeiras impostas por governos ocidentais ao longo dos últimos anos.

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As autoridades russas enfatizaram que a ação tem como objetivo “salvaguardar os interesses da Federação Russa”, em um claro sinal de que o governo está disposto a adotar todas as medidas necessárias para proteger seus ativos no exterior. Esse caso também lança luz sobre a crescente fragilidade das relações entre as potências econômicas e seus impactos no setor bancário global.

Com as operações bancárias internacionais cada vez mais interligadas, esse tipo de disputa pode ter consequências a longo prazo, tanto para os bancos envolvidos quanto para a estabilidade financeira global. O Tribunal Arbitral de Moscou deverá continuar lidando com essa questão, à medida que novas ações legais sejam movidas por ambos os lados, em um esforço para resolver a disputa.

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TagsEconomiaEUARússia
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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação e escritor. Escreve também sobre cinema, séries, quadrinhos, já publicou dois livros independentes e tem buscado aprender mais sobre criptomoedas, o suficiente para poder compartilhar o conhecimento.
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