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2019: uma nova era de crime distribuído

Por Bruna Grybogi
Atualizado em: 01/02/2025
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A bolha de preços do final de 2017 e início de 2018 acabou, e com ela muito dos scams planejados para aproveitar o hype de investimento, como golpes de phishing e saídas de ICOs. Como a aplicação da lei leva tempo, processos contra esses tipos de crimes continuarão acontecendo. No entanto, a atividade ilícita em 2019 se distanciará da fraude de investimento impulsionada por campanhas publicitárias e irá em direção às seguintes tendências emergentes, conforme pesquisa da Chainalys:

Uma nova era de crime distribuído

2019 será o ano do crime distribuído, onde a atividade criminosa está mudando para novas plataformas descentralizadas. Esta é uma questão importante para a aplicação da lei. Organizações criminosas irão sair do mercado negro e migrar para aplicativos, incluindo Telegram, Signal e WhatsApp. O Telegram, por exemplo, pode ser atraente para os criminosos, pois oferece conexões semi-diretas e robôs de bate-papo automatizados. Alguns desses aplicativos distribuídos já possuem canais para traficantes de drogas e pornografia infantil.

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Criminosos tradicionais acrescentarão criptomoedas à sua caixa de ferramentas

O crime envolvendo criptomoedas está evoluindo para se tornar parte do crime tradicional, e essa tendência continuará em 2019. Muitas organizações criminosas tradicionais já usam moedas virtuais, incluindo Bitcoin, para apoiar seus negócios. Organizações criminosas estão trazendo especialistas em moeda virtual para aconselhá-los sobre a integração da criptomoeda à atividades de fraude, lavagem de dinheiro e apostas ilegais.

Criando sanções

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Por fim, 2019 forçará uma avaliação do papel que as criptomoedas desempenham na evasão das sanções. Os governos buscarão maneiras de limitar pessoas desonestas em sua capacidade de movimentar fundos através de criptomoedas.

Neste contexto, as redes de criptomoedas continuarão a crescer e evoluir. Eles provavelmente serão mais reguladas do que são agora, fornecendo garantias adicionais para atrair investidores cumpridores da lei. Criminosos continuarão a agir, encontrando aplicações para criptomoeda em tudo, desde crimes de rua até crimes cibernéticos. Os participantes do mercado de criptomoeda precisarão de tecnologia de ponta e análise investigativa para reagir.

Recomendações: o que fazer em relação aos crimes criptos?

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Aqui estão algumas maneiras pelas quais os participantes institucionais, incluindo empresas, reguladores e agentes da lei, podem melhorar o sistema e fazê-lo funcionar para todos.

– Ativar os recursos de Know Your Transaction (KYT) para identificar atividades ilícitas
No sistema financeiro tradicional, o Know Your Customer (KYC) é a base para a compliance. Ele também está se tornando o padrão no ecossistema de criptomoedas.
KYT significa que as empresas de criptomoedas e as instituições financeiras podem ser informadas sobre atividades ilícitas, para que possam evitar se envolver em transações que possam prejudicá-las ou a seus clientes. O monitoramento automatizado de transações de criptomoedas é essencial para identificar padrões que indicam pontos problemáticos e capacitar os participantes do mercado a agir.

– Entenda as diferenças entre os tipos de crime
As tendências do crime cripto mudam constantemente, e também as estratégias. Por exemplo, uma exchange que sabe sobre as atividades do mercado negro que aumentam às segundas-feiras, quando os traficantes convertem a renda do fim de semana em dinheiro, pode ajustar seu sistema de monitoramento de transações no início da semana. Uma exchange que tem cohecimento que hackers podem levar 45 ou mais dias para sacar os fundos roubados pode estar alerta para grandes explosões suspeitas de transações que podem estar ligadas a hacks. Especialistas de confiança no mercado podem ajudar a decodificar a atividade ilícita, de modo que as empresas e as bolsas possam moldar seus programas de acordo com as atividades suspeitas.

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– Trabalhar com a comunidade para eliminar as principais organizações criminosas
A atividade ilícita no ecossistema de criptomoeda não é tão comum quanto muitas pessoas pensam, mas, infelizmente, um pequeno número de má pessoas deu ao espaço uma reputação ruim. Ao compartilhar informações e trabalhar em conjunto, empresas e instituições financeiras podem dificultar a atuação de organizações criminosas. As autoridades policiais, as bolsas de valores e os serviços comerciais estão em uma posição única para colaborar na identificação de criminosos, à medida que roubam fundos e os movimentam. Quando necessário, empresas que trabalham com análises de segurança blockchain podem servir como intermediárias, ligando os participantes do mercado de maneira segura e neutra, de modo que possam compartilhar ideias que beneficiem a todos. Comunicando-se rapidamente e através de trocas com outras instituições sempre que os fundos são roubados, as empresas de criptomoeda podem proteger a si e seus clientes. Isso acaba por tornar todo o ecossistema mais acessível e seguro para todos.

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