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Notícias

CoinMarketCap – A inflação está impulsionando a adesão aos criptoativos nos países emergentes

Por Jorge Siufi
Atualizado em: 10/04/2022
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Diversos são os motivos que estão fazendo com que o mercado criptográfico esteja se desenvolvendo mundo afora.

Segundo um tópico de discussão levantado pelo CoinMarketCap, um dos principais motivos pelo qual os países emergentes estão aderindo aos criptoativos é por causa da inflação.

Resultado da perda do valor do dinheiro FIAT

De acordo com o CoinMarketCap, embora o uso de criptoativos e de tecnologia blockchain tenha bastante usabilidade no comércio e na indústria, o uso mais popular nos países em desenvolvimento parece ser a proteção contra o aumento da inflação.

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Isto porque os cidadãos de países de economias emergentes que lutam contra a inflação estão usando principalmente os criptoativos como uma proteção contra a inflação e o valor em queda de sua moeda.

Segundo o CoinMarketCap, “2022 está provando ser um ano difícil para muitos, com a inflação subindo para níveis recordes em muitos países. O preço do está gás subindo e alimentando o aumento do custo de vida, e assim um corte geral nos gastos pessoais. Mas isso está levando as pessoas a adotar a criptomoeda como uma alternativa?”.

Hedge contra a inflação

Classificando os criptoativos como “um hedge contra a inflação”, o CoinMarketCap respondeu a sua pergunta apontando que sim, que os criptoativos vêm sendo uma alternativa direta ao fiduciário, e muitas criptomoedas populares provaram ser exatamente isso”.

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Em seu levantamento, o CoinMarketCap mostrou que os países que mais apresentaram depreciação no valor de sua moeda, mais tiveram adesão da população aos criptoativos.

Corroborando com isto, recentemente a Gemini apresentou uma pesquisa onde investidores de criptoativos disseram que um dos principais motivos para investirem nas moedas digitais era a proteção contra a inflação.

O CoinMarketCap mostrou que a taxa de inflação da Venezuela está em um momento recorde de 472% de alta, o que forçou muitos venezuelanos a recorrerem às criptomoedas.

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De acordo com o relatório existem 2,9 milhões de usuários de criptomoedas no país, o que equivale a 10,23% de sua população. 

Segundo o CoinMarketCap outros países com altas taxas de inflação também adotaram os criptoativos como uma alternativa viável à sua moeda fiduciária nacional. 

“Outros países com inflação notoriamente alta, incluindo a Nigéria , Brasil e Colômbia também possuem algumas das maiores taxas de adoção de criptomoedas, demonstrando uma crescente conscientização das criptomoedas como uma alternativa viável para Fiat”, disse o CoinMarketCap.

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Por fim, de acordo com o CoinMarketCap, “os EUA viram seu índice de preços ao consumidor atingir máximas de 40 anos no mês passado, mas isso ainda não é alto o suficiente para classificá-lo entre os 15 principais países pela taxa de inflação”.

Continuando, disse que “apesar de seu desempenho de longo prazo em relação ao dólar americano e todas as outras moedas fiduciárias, o bitcoin perdeu impulso recentemente como hedge e ainda está em queda de 8% no acumulado do ano.”

As restrições que impedem a adesão

Mas o relatório também mostrou que alguns países com taxas de inflação alta, como o Sudão e o Líbano com mais de 200% de inflação, e Síria com 139,46% de inflação, ainda adotam pouco as criptomoedas.

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Os motivos segundo o relatório são a baixa acessibilidade à internet devido às restrições governamentais, a dificuldade em ter contas bancárias para a transformação de FIAT em cripto, e os conflitos sociais e políticos internos.

O relatório observou que apenas 0,91% dos residentes do Sudão adotaram cripto, enquanto a porcentagem na Síria e no Líbano está pouco acima de 1%.

Por outro lado…

As taxas e a burocracia para o envio de valores entre países também fizeram com que as pessoas passassem a utilizar os criptoativos, principalmente para o envio de remessas a familiares que residem em países emergentes.

Para isso, o uso das stablecoins se sobressaem.

A stablecoin tether (USDT) é a mais usada em transferências entre países, de acordo com a pesquisa.

Isto porque segundo os usuários a volatilidade de criptoativos como o bitcoin ainda seria um problema na manutenção das reservas de transferências.

Também exaltou que “as regiões menos privilegiadas economicamente são geralmente mais inclinadas para as stablecoins, que agora podem ser usadas para obter rendimentos devoradores de inflação graças às DeFi”.

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