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Banco Central do Brasil revela que ‘vai pra cima’ das exchanges de criptomoedas

Por Luciano Rodrigues
Atualizado em: 24/02/2026
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  • Banco Central endurece regras e promete fiscalização intensa sobre exchanges de criptomoedas.
  • Processo de autorização terá duas fases com exigências rígidas e capital integralizado acima de R$ 8 milhões.
  • Declarações falsas podem gerar crime e impedir empresas sem operação real de entrar no setor.

A fala firme do Banco Central do Brasil marcou a noite desta segunda-feira, 23, durante um evento promovido pela ABToken em parceria com o escritório Pinheiro Neto Advogados. O encontro reuniu executivos do setor e advogados especializados. No entanto, foi a intervenção de Lúcio Mario Ferreira, Gerente-Técnico do Deorf, que mudou o clima da sala.

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Ele afirmou que o regulador “vai pra cima” das exchanges de criptomoedas ao aplicar um processo de autorização mais rigoroso. Isso inclui fiscalização intensiva, cruzamento de dados e tolerância quase zero para irregularidades.

Lúcio explicou que o BC está disposto a dialogar e avaliar cada solicitação. Porém, deixou claro que o objetivo é impedir a entrada de operadores sem capacidade técnica ou financeira. Dessa forma, o processo de autorização será dividido em duas fases. Cada uma terá exigências crescentes e estruturadas para bloquear empresas que não atendam aos requisitos essenciais.

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A primeira etapa funcionará como uma espécie de triagem, com foco na reputação dos controladores, na estrutura societária e no capital mínimo integralizado.

O representante destacou que essa fase inicial se concentra no que chamou de “mundo conhecido”, que engloba elementos tradicionais já avaliados pelo BC em outros mercados. Assim, reputação, histórico empresarial e capacidade financeira serão analisados com rigor.

No entanto, ele ressaltou que esse é apenas o começo. Novas normas surgirão e aumentarão o nível de exigência. Isso inclui regras específicas para stablecoins, capital prudencial e gestão de riscos.

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Banco Central do Brasil

Durante a apresentação, Lúcio reforçou que todo o processo gira em torno das declarações entregues pelas empresas, mas avisou que isso não significará confiança automática. Na verdade, cada informação será cruzada com bases internas, registros públicos e investigações próprias, o que deve ampliar a precisão da análise.

Por isso, ele alertou que declarações falsas podem resultar em infrações administrativas ou até mesmo em enquadramento criminal por falsidade ideológica.

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Outro ponto sensível abordado pelo Banco Central foi a reputação dos controladores e acionistas. O órgão avaliará histórico judicial, investigações criminais, processos financeiros e indícios de insolvência. Assim, qualquer elemento que indique risco será suficiente para impedir a aprovação. A meta é clara: evitar que operadores problemáticos atuem no ambiente regulado.

O debate ficou mais intenso quando Lúcio afirmou que o capital social, estimado em mais de R$ 8 milhões, deverá estar integralizado já na fase 1. Ele afirmou que o Banco Central investigará a origem do dinheiro e exigirá que as empresas apresentem demonstrações financeiras auditadas para comprovar solvência. Segundo ele, o órgão não revisará essa exigência, mesmo diante das críticas de fintechs e startups.

A segunda etapa da autorização aprofunda a avaliação e inclui análise da infraestrutura tecnológica, governança corporativa e capacidade técnica dos administradores. Nesse estágio, o Banco Central poderá realizar inspeções presenciais para verificar se a operação existe de fato. Também poderá exigir certificações independentes que avaliem segurança cibernética e estabilidade operacional.

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Esqueça trabalho descentralizado

Lúcio ainda destacou que nada de coworking ou escritórios virtuais será aceito. As instituições deverão manter endereço exclusivo e comprovar atividade real. O órgão avaliará número de clientes, volume de operações e histórico de serviços. Para o BC, se a empresa tiver dúvidas sobre sua própria atividade, isso já indicaria a ausência de operação real.

A supervisão será conduzida de forma integrada. Áreas de câmbio, supervisão financeira e unidades técnicas especializadas atuarão juntas no processo. Depois da autorização, o controle continuará com envio periódico de relatórios, dados de operações e informações sobre clientes. Dessa forma, o modelo se aproxima do aplicado a bancos e instituições tradicionais.

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TagsBanco CentralCriptoativosCriptomoedas
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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação e escritor. Escreve também sobre cinema, séries, quadrinhos, já publicou dois livros independentes e tem buscado aprender mais sobre criptomoedas, o suficiente para poder compartilhar o conhecimento.
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