O Impact Summit é um evento que acontece anualmente e reúne mentes brilhantes para discutir sobre modelos de negócios que tem o propósito de enfrentar os desafios globais.
Durante o Impact Summit nesta semana, pequenos países como Liechtenstein, Mônaco e Ilhas Marshall explicaram como estão fazendo a tecnologia funcionar para eles, desde a regulamentação até tokens apoiados pelo governo.
Os palestrantes da conferência realizada na ONU tentaram responder a diferentes versões das mesmas perguntas: Como nações, empresas e organizações ao redor do mundo podem fazer algo com blockchain que realmente importa e beneficia a todos e não apenas os poucos?
Blockchain e a desigualdade
“Essa tecnologia digital está criando uma nova fonte de desigualdade.”, disse Fabrizio Hochschild-Drummond, subsecretário-geral da ONU.
Ao contrário de outros fundos de desenvolvimento soberano, que podem ser operados opacos e às vezes cheios de corrupção, Ben-Ezer explicou à PCMag que a SOV será totalmente transparente e direcionará fundos para várias iniciativas de desenvolvimento dentro das Ilhas Marshall.
Durante seu discurso, o ministro Paulo disse que a nação prevê os fundos como uma fonte fundamental de investimento para ajudar a nação insular a combater as ODS, como a pobreza, e se preparar para os crescentes desafios da mudança climática.
“Se você realmente quiser impactar em escala global, especialmente em nações em desenvolvimento, você precisa do efeito de rede.”, disse Ben-Ezer. “Podemos colocar ataduras no problema ou resolvê-lo no nível mais básico, que é o dinheiro em si.”

