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Quem já faz um Pix no dia a dia tem um ponto de partida familiar para entrar no mercado de criptomoedas. A questão é o que acontece depois da compra: onde os ativos ficam, quem tem controle sobre eles e como transformar aquele saldo novamente em reais. Para mim, essas etapas precisam fazer sentido juntas.
É essa a proposta que buscamos entregar na VELLORA. Reunimos compra e venda de criptomoedas via Pix com uma carteira de autocustódia, conectando a facilidade de um meio de pagamento conhecido pelos brasileiros à possibilidade de controlar os próprios ativos digitais.
O usuário pode utilizar reais para comprar cripto via Pix e manter os ativos em sua carteira. Quando quiser vender, pode fazer o caminho de volta e receber em reais pelo mesmo meio de pagamento. A integração aproxima a carteira da rotina financeira de quem já utiliza o celular para movimentar dinheiro.
Como CEO da carteira, acredito que esse caminho precisa ser compreensível desde a primeira operação. Uma pessoa deve conseguir entender o que está comprando, quanto vai pagar e como acessar seus ativos. É assim que vejo a possibilidade de levar cripto para além de quem já conhece o mercado.
A autocustódia tem um papel central nessa proposta. Ela diz respeito ao controle dos meios de acesso aos criptoativos. Aqui os fundos permanecem registrados na blockchain e o usuário pode exportar sua chave privada pelo aplicativo. A compra e a venda via Pix fazem a conexão com os reais; a carteira permite manter os ativos sob controle do usuário.
Vejo valor em combinar essas duas experiências. Quem começa pode usar uma forma de pagamento que já conhece e aprender, aos poucos, a administrar sua carteira. Quem tem mais experiência encontra uma conexão com o sistema de pagamentos brasileiro para movimentar seus recursos.
Além do suporte a diferentes redes, a carteira reúne acesso a ações e ouro tokenizados via Pix, cashback e recompensas por indicação. Também oferecemos o Earn em USDT, com rendimento estimado de 10% ao ano, sujeito às condições do produto.
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Entre as próximas funcionalidades estão os pagamentos via Pix com saldo em criptomoedas, para ampliar as possibilidades de uso no dia a dia.
Essa facilidade precisa vir acompanhada de informação. Ter autonomia sobre uma carteira exige cuidado com o acesso, com os dispositivos utilizados e com a confirmação das transações. Também considero essencial que o usuário compreenda os custos e a oscilação de valor dos ativos que escolhe manter.
Por isso, vejo educação e atendimento como parte da construção de um produto financeiro. Nosso suporte humano, os tutoriais e os conteúdos do Papo de Baleia ajudam a orientar quem está começando. A confiança se constrói também nesses detalhes.
O Papo de Baleia, nosso podcast, já conta com patrocinadores como Zcash, Tether e BTCC. No escritório físico também acontecem eventos e programas em parceria com Stellar e BNB Chain, aproximando nossa comunidade de iniciativas do setor.
Com tudo isso, quero ajudar a tornar esse percurso mais familiar para o brasileiro. O Pix oferece um ponto de entrada conhecido. A autocustódia acrescenta a possibilidade de controlar os próprios criptoativos. Nosso trabalho é aproximar essas experiências em um aplicativo que a pessoa consiga entender e usar.




